A dermatite por Malassezia no cão, a expressão que aparece no relatório ou na fatura do médico veterinário quando o problema são «fungos na pele», é uma inflamação cutânea causada pela multiplicação excessiva de Malassezia pachydermatis, uma levedura que vive normalmente, e sem causar problemas, na pele de quase todos os cães. O diagnóstico não se faz pelo cheiro nem pelo aspeto: confirma-se com um exame rápido ao microscópio chamado citologia. O tratamento segue as diretrizes de consenso da World Association for Veterinary Dermatology (WAVD): primeiro antifúngicos tópicos, antifúngicos orais (sujeitos a receita veterinária em Portugal) nos casos graves e, sobretudo, controlo da causa de fundo, quase sempre uma alergia. Para o apoio diário que acompanha esses cuidados, as gotas de apoio ao equilíbrio das leveduras da Pure Majesty Pets são um líquido pronto a usar com ácido caprílico, vinagre de sidra de maçã e orégãos, além de ingredientes para a pele e para a digestão, misturado na comida segundo o rótulo.
Em resumo: «dermatite por Malassezia» significa que a levedura residente na pele do seu cão se multiplicou para além do normal e está a provocar comichão, mau cheiro e inflamação. O diagnóstico faz-se por citologia cutânea (fita-cola ou zaragatoa observada ao microscópio). Segundo as diretrizes de consenso da WAVD de 2020, a terapêutica tópica com clorexidina e um azol é a que tem a evidência mais sólida, e o controlo duradouro exige tratar a causa subjacente.
O que significa realmente «dermatite por Malassezia» no cão?
O termo decompõe-se facilmente: Malassezia é o género da levedura envolvida e dermatite quer dizer inflamação da pele. O médico veterinário usa esta designação em vez de «infeção por fungos» por uma razão precisa: não se trata de uma infeção no sentido de contágio. Malassezia pachydermatis é um organismo comensal, ou seja, vive na pele, nos canais auditivos, à volta dos lábios e entre os dedos da maioria dos cães saudáveis sem causar qualquer problema (Chen e Hill, 2005).
Por isso, os dermatologistas veterinários descrevem a doença como um problema de sobrecrescimento: a população de leveduras aumenta para lá do que a vigilância imunitária da pele normalmente tolera, e a resposta inflamatória do cão às leveduras e aos seus subprodutos causa a comichão, a vermelhidão, a pele oleosa e o cheiro a mofo que os donos notam. Alguns cães desenvolvem ainda uma hipersensibilidade, no fundo uma alergia às suas próprias leveduras, o que explica que um número modesto de organismos provoque uma comichão intensa num cão e nenhuma noutro (Bond et al., 2020). Esta visão global do desequilíbrio é tratada no nosso guia mais amplo sobre fungos no cão (Malassezia); este artigo concentra-se no diagnóstico clínico propriamente dito.
Dois termos relacionados que pode ouvir na clínica:
- Otite por Malassezia: o mesmo sobrecrescimento no canal auditivo, explicado no nosso guia sobre fungos nos ouvidos do cão. É frequente em cães de orelhas pendentes ou que tomam muitos banhos de mar e de rio no verão, como o Cão de Água Português.
- Pododermatite por Malassezia: sobrecrescimento limitado às patas e às pregas das unhas; veja fungos nas patas do cão.
Citologia: o exame que confirma os fungos na pele do cão
A citologia é o ponto de referência de toda a consulta e vale a pena percebê-la, porque é rápida, barata, indolor e muitas vezes feita enquanto espera na clínica.
Como se recolhe a amostra
- Citologia com fita-cola (acetato): uma fita adesiva transparente é pressionada sobre a pele afetada e depois corada e examinada. É a técnica preferida para zonas secas ou de difícil acesso, como os espaços entre os dedos e as pregas.
- Esfregaço por impressão: uma lâmina de vidro é pressionada diretamente sobre lesões oleosas ou húmidas.
- Zaragatoa (cotonete): o método habitual para os canais auditivos.
A amostra é corada (normalmente com uma coloração de Wright modificada, do tipo Diff-Quik) e observada ao microscópio com grande ampliação. A Malassezia tem uma forma inconfundível: uma levedura oval que gera gémulas a partir de uma base larga, desenhando a silhueta clássica em «amendoim» ou em «pegada».
Como se interpreta o resultado
Como um pequeno número de leveduras é normal, o médico veterinário está a contar, e não apenas a detetar. Os números costumam ser indicados por campo de grande ampliação ou de imersão em óleo. Não existe um limiar universal único (o consenso da WAVD sublinha que as contagens têm de ser interpretadas em conjunto com o quadro clínico; Bond et al., 2020), mas a lógica prática é sempre a mesma:
- Leveduras ocasionais, sem sinais compatíveis: provavelmente flora normal; a causa da comichão está noutro lado.
- Várias leveduras por campo numa pele inflamada, com comichão e mau cheiro: compatível com dermatite por Malassezia.
- Leveduras com aglomerados de bactérias e células inflamatórias: sobrecrescimento misto de leveduras e bactérias, o que altera o plano de tratamento.
A interpretação mais útil de todas vem de um ensaio terapêutico: se o tratamento antifúngico reduzir as contagens de leveduras e os sinais do cão melhorarem em paralelo, as leveduras eram clinicamente relevantes. É por causa desta comparação «antes e depois» que o médico veterinário repete muitas vezes a citologia na consulta de reavaliação.
Malassezia, piodermite, demodicose ou seborreia: como o veterinário distingue
Várias doenças imitam, e muitas vezes acompanham, a dermatite por Malassezia, e é exatamente por isso que a citologia é tão importante. Uma dúvida frequente dos donos é a diferença entre dermatite seborreica e fungos no cão: na prática estão interligadas, porque a seborreia (excesso de oleosidade e de escamas) cria o ambiente gorduroso de que esta levedura lipofílica se alimenta, e o sobrecrescimento de leveduras, por sua vez, agrava a seborreia.
| Doença | Pistas típicas | Como o médico veterinário a distingue |
|---|---|---|
| Dermatite por Malassezia | Pele oleosa, cheiro a mofo («a batatas fritas de milho»), comichão intensa, manchas cor de ferrugem, pele espessada e escura nas pregas, na barriga e nas patas | Citologia: leveduras em gemulação em forma de amendoim, em número elevado |
| Piodermite bacteriana | Pústulas, pápulas, crostas circulares («colaretes epidérmicos»), queda de pelo com aspeto «roído pela traça» | Citologia: bactérias do tipo coco, muitas vezes dentro de glóbulos brancos |
| Demodicose (ácaros Demodex) | Falhas de pelo em placas, comedões, muitas vezes pouca comichão no início; cães jovens ou imunodeprimidos | Raspagem cutânea profunda ou tricograma que mostra ácaros em forma de charuto |
| Seborreia primária | Escamas e oleosidade generalizadas desde cedo, ligadas à raça (por exemplo, Cocker Spaniel) | Diagnóstico por exclusão; a citologia procura leveduras ou bactérias secundárias que se instalam sobre ela |
| Dermatofitose (tinha) | Falhas de pelo circulares, descamação, comichão variável; pode transmitir-se às pessoas | Cultura fúngica ou PCR, rastreio com lâmpada de Wood |
Estas doenças também se sobrepõem: um cão atópico pode ter leveduras, bactérias e seborreia na mesma zona de pele ao mesmo tempo. Em Portugal, o médico veterinário tem ainda de pensar na leishmaniose, endémica em regiões como o Alentejo, o Algarve, Lisboa e Vale do Tejo e o Douro, que também pode dar descamação, falhas de pelo e alterações cutâneas e que se exclui com análises próprias. Se quiser comparar o aspeto destas alterações em cães reais, o nosso guia de fungos na pele do cão em fotos mostra lado a lado as apresentações clássicas.
Tratamento da dermatite por Malassezia segundo o consenso da WAVD
O enquadramento terapêutico com mais autoridade são as Diretrizes de Consenso Clínico de 2020 da World Association for Veterinary Dermatology (Bond et al., 2020), que classificaram a evidência em vez de se limitarem a enumerar opções. Em Portugal, todos os produtos antifúngicos autorizados como medicamentos veterinários, tópicos ou orais, estão sujeitos às regras do Regulamento (UE) 2019/6 e à fiscalização da DGAV; é o seu médico veterinário que escolhe e prescreve.
Terapêutica tópica: a evidência mais sólida
Uma revisão sistemática dos ensaios de tratamento concluiu que existe boa evidência para um champô que combina 2 % de nitrato de miconazol e 2 % de clorexidina, usado duas vezes por semana durante três semanas (Negre et al., 2009). Os dois ingredientes atuam em sinergia e a via tópica evita a exposição sistémica ao fármaco. O tempo de contacto conta: a espuma deve ficar na pele cerca de dez minutos antes de enxaguar. Toalhitas, espumas e soluções de limpeza auriculares com azóis ou com clorexidina alargam a cobertura às pregas, às patas e às orelhas entre banhos.
Terapêutica sistémica: para doença grave ou generalizada
Os azóis orais (o cetoconazol e o itraconazol são os mais bem fundamentados, segundo Negre et al., 2009) reservam-se para casos extensos, graves ou resistentes ao tratamento tópico. Em Portugal são medicamentos sujeitos a receita médico-veterinária, porque exigem critério na dose e, em alguns cães, monitorização com análises. O fluconazol e a terbinafina também são utilizados, com evidência mais variável. Esta decisão é do seu médico veterinário: não é um nível de tratamento para fazer em casa, nem com sobras de medicamentos de outro animal.
O terceiro pilar: descobrir porque é que as leveduras se multiplicaram
Todas as diretrizes repetem a mesma ideia: a dermatite por Malassezia é quase sempre secundária. A dermatite atópica e a alergia alimentar são os principais fatores desencadeantes; a doença endócrina (hipotiroidismo, síndrome de Cushing), o excesso de humidade, as pregas de pele e o uso anterior de antibióticos ou corticoides também alteram o ambiente cutâneo a favor das leveduras. No Portugal continental, a primavera traz os pólenes que agravam muitos cães atópicos, o verão traz banhos frequentes e pelo que fica húmido durante horas, e o inverno húmido do litoral favorece as pregas e as patas sempre molhadas. Eliminar as leveduras sem tratar a causa significa que voltam, muitas vezes ao fim de poucas semanas. Para o plano completo, passo a passo, que pode seguir em conjunto com o seu médico veterinário, consulte como tratar fungos no cão.
Quando ir ao médico veterinário e quando o apoio em casa é razoável
Marque consulta sem demora se: a pele estiver em carne viva, ulcerada, dolorosa ou a alastrar depressa; as orelhas estiverem envolvidas (uma otite não tratada pode danificar o canal); o cão estiver prostrado, a ganhar peso, a beber mais água ou a perder pelo de forma simétrica (possível doença endócrina); for um primeiro episódio sem diagnóstico confirmado; ou os sinais não tiverem melhorado claramente ao fim de duas a três semanas de cuidados consistentes. A citologia custa pouco e evita meses a tratar o problema errado. Perante sinais graves e súbitos, contacte de imediato o seu médico veterinário ou um hospital veterinário com urgência 24 horas.
O apoio em casa é razoável quando: o cão tem um diagnóstico confirmado, uma rotina tópica aprovada pelo médico veterinário e se está na fase de manutenção, ou seja, a manter as pregas e as patas secas, a dar banho segundo o calendário e a apoiar a pele e o intestino por dentro. A investigação sobre o eixo intestino–pele no cão sugere que o microbioma intestinal influencia a doença alérgica da pele (Craig, 2016), e é por isso que muitos donos acrescentam um apoio oral; o nosso guia sobre probióticos para cães com fungos e alergias explica a evidência e os seus limites com honestidade.
É aqui que um suplemento pode ter um papel definido e honesto. As gotas líquidas de apoio ao equilíbrio das leveduras da Pure Majesty Pets (fórmula V15 Standard, cerca de 292 mg de ativos totais por mL, uma concentração que publicamos em vez de a esconder atrás de uma «mistura proprietária») combinam três eixos num só líquido: plantas e ácidos gordos estudados in vitro pela sua atividade antifúngica, como o ácido caprílico (C8), um ácido gordo que em estudos laboratoriais destruiu células de Candida albicans (Bergsson et al., 2001), os orégãos (carvacrol), a berberina (Berberis aristata) e o pau-d'arco; um pós-biótico de Saccharomyces boulardii para o eixo intestino–pele; e nutrientes para a barreira cutânea, como o óleo de salmão e o MSM. O formato líquido permite uma dose precisa, ajustada ao peso, sem os aglutinantes e enchimentos dos mastigáveis. Para ser claro quanto ao que a evidência permite dizer: estes ingredientes podem apoiar o equilíbrio normal das leveduras e a saúde da barreira cutânea, mas nenhum suplemento trata ou cura a dermatite por Malassezia, e as gotas são um complemento, nunca um substituto, do plano tópico e veterinário descrito acima. Na União Europeia, um alimento complementar para animais não pode alegar prevenir, tratar ou curar uma doença (Regulamento (CE) n.º 767/2009).
Pure Majesty Pets em Portugal
Apoio diário à pele, às orelhas e às patas de cães com tendência para fungos
- Gotas de apoio ao equilíbrio das leveduras, 29,95 €: 19 ingredientes identificados (ácido caprílico C8, orégãos com carvacrol, berberina, pau-d'arco, MSM, óleo de salmão, quercetina, zinco, L-glutamina, pós-biótico de S. boulardii…), cerca de 292 mg de ativos por mL, apoia o equilíbrio natural das leveduras, o conforto da pele, das orelhas e das patas e o eixo intestino–pele. Misturam-se na comida, com dose segundo o peso indicada no rótulo.
Envio grátis para Portugal (e para todo o mundo). Envio DDP: direitos e IVA já pagos, nada a pagar na entrega. Fabrico na América do Norte segundo as boas práticas de fabrico (GMP), com certificado de análise (COA) para cada lote.
Erros frequentes depois de um diagnóstico de Malassezia
- Enxaguar o champô depressa demais. Sem cerca de 10 minutos de contacto, até o champô certo funciona pior.
- Parar ao primeiro sinal de melhoria. A melhoria visível chega antes da limpeza microscópica; cumpra o tratamento completo e faça a reavaliação.
- Tratar as leveduras, mas não a alergia. É a razão mais comum para o ciclo «está sempre a voltar».
- Usar sobras de antibióticos ou pomadas de corticoides. Nenhum deles mata leveduras e ambos podem agravar o desequilíbrio microbiano.
- Aplicar vinagre puro ou óleos essenciais em pele lesionada. É doloroso e pode piorar a inflamação.
- Saltar a citologia de controlo. É a única forma objetiva de saber se o plano funcionou.
Quanto tempo demora a recuperação da dermatite por fungos no cão
Cada cão é diferente, mas com um diagnóstico correto e um tratamento consistente o padrão típico é este:
- Semanas 1–2: o cheiro é o primeiro a desaparecer; a comichão começa a aliviar à medida que o número de leveduras desce.
- Semanas 3–4: a vermelhidão e a oleosidade melhoram de forma visível; a citologia de controlo mostra muitas vezes contagens mais baixas. Os protocolos recomendados na revisão sistemática duravam cerca de três semanas (Negre et al., 2009).
- Semanas 5–8 e seguintes: a pele espessada e hiperpigmentada («pele de elefante») remodela-se lentamente; as alterações crónicas podem levar meses a amaciar e alguma mudança de pigmento pode persistir. Esta fase é de manutenção e de controlo da causa, não de medicamentos mais fortes.
Se nada tiver mudado à terceira semana, é o diagnóstico, o cumprimento do tratamento ou a causa de fundo que tem de ser revisto, e não mais do mesmo.
Perguntas frequentes
Qual é a diferença entre dermatite por Malassezia e fungos no cão?
Descrevem o mesmo processo com níveis de precisão diferentes. «Dermatite por Malassezia» é o termo clínico para a inflamação da pele causada pelo sobrecrescimento da Malassezia pachydermatis que o próprio cão já tem; «fungos» ou «leveduras» é a forma corrente de lhe chamar. Nada é apanhado do exterior: é a população residente que se multiplica.
Como é que o veterinário faz o teste à Malassezia?
Por citologia cutânea: uma fita-cola, um esfregaço por impressão ou uma zaragatoa é corada e observada ao microscópio à procura de leveduras em forma de amendoim. Números elevados em pele com lesões, coerentes com os sinais clínicos, confirmam o diagnóstico. O exame é rápido, barato e indolor.
A Malassezia pachydermatis é contagiosa para outros cães ou para as pessoas?
Na prática não, para cães e pessoas saudáveis, porque faz parte da flora normal. Existem raros casos de preocupação em pessoas gravemente imunodeprimidas, por isso é sensato lavar as mãos depois de tocar na pele afetada.
Qual é o tratamento com mais evidência para a dermatite por Malassezia?
Um champô com 2 % de miconazol e 2 % de clorexidina, duas vezes por semana, tem a melhor evidência em ensaios; o cetoconazol e o itraconazol orais são as opções sistémicas mais bem fundamentadas para os casos graves (Negre et al., 2009; Bond et al., 2020). O que impede o regresso é controlar a alergia ou a doença de fundo.
Porque é que a dermatite por fungos do meu cão está sempre a voltar?
Porque a causa, na maioria das vezes uma dermatite atópica ou uma alergia alimentar, às vezes uma doença endócrina ou humidade crónica, continua a criar as condições de pele que as leveduras aproveitam. A recidiva é um sinal para investigar a causa, não apenas para repetir antifúngicos.
Os antifúngicos orais para cães compram-se sem receita em Portugal?
Não. O itraconazol, o cetoconazol, o fluconazol e a terbinafina para cães são medicamentos veterinários sujeitos a receita, regulados pelo Regulamento (UE) 2019/6 e controlados pela DGAV. Peça sempre a prescrição ao seu médico veterinário e não use comprimidos destinados a pessoas ou a outro animal.
Os suplementos curam a dermatite por Malassezia?
Não. Alguns ingredientes, como o ácido caprílico, mostram atividade antifúngica em estudos laboratoriais, e o apoio ao eixo intestino–pele pode ajudar a manter o equilíbrio normal das leveduras, mas os suplementos são complementos. O diagnóstico e o tratamento principal cabem ao seu médico veterinário.
Fontes
- Bond R, Morris DO, Guillot J, et al. Biology, diagnosis and treatment of Malassezia dermatitis in dogs and cats: Clinical Consensus Guidelines of the World Association for Veterinary Dermatology. Vet Dermatol. 2020;31(1):28-74.
- Negre A, Bensignor E, Guillot J. Evidence-based veterinary dermatology: a systematic review of interventions for Malassezia dermatitis in dogs. Vet Dermatol. 2009;20(1):1-12.
- Chen TA, Hill PB. The biology of Malassezia organisms and their ability to induce immune responses and skin disease. Vet Dermatol. 2005;16(1):4-26.
- Craig JM. Atopic dermatitis and the intestinal microbiota in humans and dogs. Vet Med Sci. 2016;2(2):95-105.
- Bergsson G, Arnfinnsson J, Steingrímsson Ó, Thormar H. In vitro killing of Candida albicans by fatty acids and monoglycerides. Antimicrob Agents Chemother. 2001;45(11):3209-3212.
- DGAV — Direção-Geral de Alimentação e Veterinária. Medicamentos veterinários.
- Regulamento (UE) 2019/6 relativo aos medicamentos veterinários.
- Regulamento (CE) n.º 767/2009 relativo à colocação no mercado e à utilização de alimentos para animais.
Este artigo tem fins informativos e não substitui o aconselhamento do seu médico veterinário. Consulte-o sempre para o diagnóstico e o tratamento de qualquer problema de pele do seu cão.