Crostas na pele do cão provocadas por fungos têm normalmente um aspeto mais oleoso do que seco: escamas amarelo-acinzentadas, um cheiro a mofo ou a «batata frita de pacote», comichão constante e — nos casos antigos — pele escura e espessa, a chamada «pele de elefante». Mas a crosta em si é um sintoma, não um diagnóstico. As crostas na pele do cão também podem significar piodermite bacteriana, sarna sarcótica, demodicose, tinha, a doença autoimune pênfigo foliáceo — e, em Portugal, muito especialmente a leishmaniose —, e cada uma precisa de um tratamento diferente. Este guia mostra como distinguir as crostas causadas por fungos das suas imitações, quando uma crosta é sinal de alarme e o que realmente resolve um caso confirmado de Malassezia. Como apoio diário ao lado desses cuidados, as gotas de apoio ao equilíbrio das leveduras da Pure Majesty Pets oferecem um líquido pronto a usar com ácido caprílico, vinagre de maçã e orégãos, mais ingredientes de apoio à pele e à digestão, que se junta à comida segundo o rótulo.
Resposta rápida: as crostas por leveduras (Malassezia) são tipicamente oleosas, com cheiro e com comichão, e preferem a barriga, as axilas, as pregas do pescoço e as patas, muitas vezes com escurecimento e espessamento da pele ao longo do tempo. Só o veterinário pode confirmar — a citologia (fita adesiva ou esfregaço por impressão lido ao microscópio) demora minutos e separa os fungos dos ácaros, das bactérias e da doença autoimune antes de tratar. Em Portugal, crostas no focinho, nas orelhas ou à volta dos olhos justificam também um teste de leishmaniose.
São mesmo fungos? O que podem significar as crostas na pele do cão
As crostas formam-se sempre que um líquido — soro, pus, óleo ou sangue — seca sobre pele lesionada. Isso faz da crosta um dos sinais menos específicos da dermatologia veterinária: muitas doenças muito diferentes terminam na mesma superfície com crostas. Antes de tratar seja o que for como fungos, compare o padrão do seu cão com as causas mais comuns de crostas na pele do cão:
| Aspeto da crosta | Causa mais provável | Como o veterinário confirma |
|---|---|---|
| Escamas oleosas, amarelo-acinzentadas, em pregas quentes (barriga, axilas, virilhas, patas), cheiro a mofo, comichão, pele que escurece e engrossa ao longo de meses | Dermatite por leveduras (Malassezia) | Citologia por fita adesiva ou impressão, que mostra a levedura em forma de amendoim |
| Manchas redondas com crosta e pústulas, «colaretes» (anéis de pele a descamar), muitas vezes na barriga e no tronco | Piodermite bacteriana (estafilococos) | Citologia com bactérias e células inflamatórias |
| Comichão intensa e súbita; crostas nas bordas das orelhas, cotovelos e jarretes; outros animais ou pessoas da casa também com comichão | Sarna sarcótica | Raspagens de pele; por vezes prova terapêutica quando os ácaros se escondem |
| Perda de pelo em placas com escamas, muitas vezes na cara e nas patas da frente; pouca comichão no início; sobretudo cachorros ou cães imunodeprimidos | Sarna demodécica | Raspagens profundas ou tricograma |
| Placas circulares de perda de pelo que alastram, com escamas quebradiças; pode passar às pessoas | Tinha (dermatofitose) | Cultura fúngica ou PCR, rastreio com lâmpada de Wood |
| Crostas espessas e pesadas no cano do nariz, à volta dos olhos, nas orelhas e nas almofadas plantares — muitas vezes sem grande comichão | Pênfigo foliáceo (autoimune) | Citologia mais biópsia de pele (o método de referência neste caso) |
| Descamação seca e farinácea, perda de pelo à volta dos olhos («óculos»), crostas nas pontas das orelhas e no focinho, unhas muito compridas, emagrecimento — sobretudo em cães que vivem ou viajam para zonas endémicas | Leishmaniose (muito frequente em Portugal) | Serologia (teste rápido ou IFI/ELISA), PCR, citologia de gânglio ou medula; análises ao sangue e à urina |
| Crostas e escamas à volta da boca, dos olhos e nos pontos de apoio em raças nórdicas (Husky, Malamute) ou cachorros grandes de crescimento rápido | Dermatose responsiva ao zinco | História de raça e alimentação mais biópsia |
| Almofadas plantares com crostas e gretadas, com apatia ou perda de peso num cão mais velho | Síndrome hepatocutâneo ou outra doença sistémica | Análises ao sangue, ecografia, biópsia |
Várias destas causas podem coexistir. Os ácaros, as alergias, a leishmaniose e as bactérias danificam a barreira cutânea, e as leveduras crescem facilmente sobre a pele lesionada a seguir — é por isso que um cão pode ter realmente fungos na citologia e, mesmo assim, não responder ao «tratamento dos fungos» se a doença de base nunca for tratada.

Crostas e leishmaniose: o diagnóstico diferencial português
Em Portugal, nenhuma lista de causas de crostas no cão está completa sem a leishmaniose. A Leishmania infantum, transmitida pela picada de flebótomos entre a primavera e o outono, é endémica no Alentejo, no Algarve, na região de Lisboa e Vale do Tejo e no Douro/Trás-os-Montes; um estudo seroepidemiológico de 20 anos na região de Évora documentou a sua presença persistente nos cães (PMC3640909). A forma cutânea mais típica é uma dermatite esfoliativa — escamas secas, brancas, «de farinha» — com perda de pelo à volta dos olhos e crostas nas pontas das orelhas e no cano do nariz, exatamente as zonas que também sugerem pênfigo. Ao contrário dos fungos, raramente cheira mal ou faz muita comichão. Se o seu cão tem crostas com este padrão, peça ao veterinário um teste de leishmaniose antes de qualquer tratamento antifúngico: é uma doença sistémica que precisa de tratamento específico, e o tempo conta. A prevenção (coleiras ou pipetas repelentes e vacinação, conforme o conselho do veterinário) é especialmente importante para raças muito presentes no interior do país, como o Rafeiro do Alentejo, o Podengo Português ou o Cão da Serra da Estrela.
Sinais de alarme: quando as crostas na pele do cão precisam de veterinário esta semana
Marque uma consulta rápida — não espere para «experimentar primeiro alguma coisa» — se vir qualquer um dos sinais seguintes:
- Crostas no cano do nariz, à volta dos olhos ou nas almofadas plantares — uma distribuição clássica de doença autoimune ou de leishmaniose, não de fungos
- Crostas com pouca ou nenhuma comichão — os fungos fazem quase sempre comichão; crostas espessas e indolores apontam para outro lado
- Alastramento rápido em dias e não em semanas
- Sangramento, úlceras ou pele em carne viva a supurar por baixo das crostas
- Sinais gerais — apatia, febre, falta de apetite, perda de peso, unhas a crescer de forma anormal
- Outros animais ou pessoas da casa com comichão (sugere sarna sarcótica ou tinha, ambas contagiosas)
- Um único nódulo com crosta que continua a crescer — qualquer lesão isolada persistente deve ser vista para excluir um tumor
Mais uma regra: não arranque as crostas. Tirar uma crosta seca rasga a pele em cicatrização, convida a infeções bacterianas e destrói precisamente o material que o veterinário pode usar para o diagnóstico (as crostas são uma das melhores amostras para a citologia do pênfigo). Deixe as crostas amolecer num banho medicado e soltar-se sozinhas.
Como são as crostas na pele do cão causadas por fungos
A dermatite por leveduras no cão é causada pela Malassezia pachydermatis, uma levedura que vive de forma inofensiva na pele normal até que alergias, humidade, doenças endócrinas ou uma barreira cutânea danificada a deixem crescer em excesso. Segundo as diretrizes de consenso da World Association for Veterinary Dermatology, os sinais característicos são comichão, vermelhidão, escamas oleosas e detritos cerosos e — com a cronicidade — liquenificação e hiperpigmentação (Bond et al., 2020).
- Pele do cão com escamas oleosas — escamas que parecem gordurosas e não secas, muitas vezes amarelo-acinzentadas
- Um cheiro a mofo, a «batata frita» ou a ranço que volta poucos dias depois do banho
- Distribuição em zonas quentes e húmidas — barriga, axilas, virilhas, pregas do pescoço e entre os dedos; nas patas aparece muitas vezes com manchas castanho-avermelhadas de saliva (veja o nosso guia sobre fungos nas patas do cão)
- Hiperpigmentação — manchas que escurecem até ao cinzento ou ao preto ao longo do tempo
- Liquenificação — a textura espessa e enrugada de «pele de elefante» dos casos antigos. A liquenificação na pele do cão é uma resposta a meses de inflamação crónica, na maioria das vezes alergia com fungos secundários, e é gradualmente reversível quando a causa é controlada
Para fotografias por fases dos casos iniciais e avançados, veja o nosso guia visual sobre doenças de pele em cães com fotos de fungos.

Porque é que a citologia é o passo que não deve saltar
Os veterinários diagnosticam a dermatite por Malassezia com citologia: um pedaço de fita adesiva transparente ou uma lâmina de vidro é pressionado contra a pele afetada, corado e observado ao microscópio, onde a levedura aparece como células em gemulação com a forma característica de amendoim ou de pegada. O teste demora minutos, é barato e faz três coisas que nenhum palpite caseiro consegue:
- Confirma que as leveduras estão realmente presentes em número anormal — as escamas oleosas sozinhas não são prova
- Deteta infeções associadas (bactérias mais leveduras é comum, e cada uma precisa de medicação diferente)
- Confirma ou exclui as grandes imitações — raspagens para ácaros, cultura para tinha, biópsia se houver suspeita de doença autoimune, serologia para leishmaniose
A base de evidência também conta aqui: uma revisão sistemática dos estudos de tratamento encontrou o apoio mais forte para a terapêutica tópica com um champô de miconazol a 2% e clorexidina a 2% usado duas vezes por semana, reservando os azóis orais (cetoconazol, itraconazol) para os casos mais graves ou generalizados (Negre et al., 2009). Em Portugal, estes champôs — como o Malaseb — e os antifúngicos orais são medicamentos veterinários abrangidos pelo Regulamento (UE) 2019/6 e pela supervisão da DGAV, e são usados com indicação do médico veterinário. São precisamente estas opções eficazes que ficam ao seu alcance quando o diagnóstico é confirmado — e que perde enquanto trata um palpite.
Tratar um caso confirmado de fungos — e apoiar a pele por dentro
Depois de a citologia confirmar as leveduras, um plano realista atua em três níveis ao mesmo tempo.
1. Terapêutica tópica medicada (a base)
Dê banho duas a três vezes por semana com um champô antifúngico (normalmente clorexidina mais miconazol ou cetoconazol), deixando atuar cerca de dez minutos antes de enxaguar. As crostas amolecem e soltam-se no banho — sem arrancar. Seque muito bem o seu cão a seguir, sobretudo as pregas da pele e as patas; a humidade retida é um dos maiores motores das recaídas, e no inverno húmido do litoral português o pelo pode demorar horas a secar. Os casos graves ou generalizados podem precisar também de antifúngicos orais receitados pelo veterinário. Para uma visão global das opções, veja como tratar fungos no cão.
2. Encontrar e controlar a causa subjacente
O crescimento excessivo das leveduras é quase sempre secundário — na maioria das vezes a alergias ambientais ou alimentares, por vezes ao hipotiroidismo ou a outra doença endócrina. Se o desencadeante nunca for identificado, as crostas voltam por melhor que seja a rotina tópica. A alimentação também tem um papel de apoio: uma ração completa (rotulada segundo o Regulamento (CE) n.º 767/2009 e formulada segundo as recomendações da FEDIAF) com uma única proteína bem tolerada facilita a identificação de alergias alimentares.
3. Apoio diário ao lado dos cuidados veterinários
A pele crónica e liquenificada também tem de reconstruir a sua barreira, e a ligação intestino-pele é uma área de investigação ativa na dermatologia canina (Craig, 2016). Como complemento — nunca substituto — do tratamento veterinário, as nossas gotas líquidas de apoio às leveduras seguem uma abordagem em várias vias que os remédios caseiros de ingrediente único não conseguem igualar: cerca de 292 mg de apoio ativo por 1 mL em 19 ingredientes, abrangendo plantas de equilíbrio das leveduras (ácido caprílico MCT C8 — ácidos gordos desta classe mostraram atividade antifúngica contra leveduras em estudos de laboratório (Bergsson et al., 2001) —, orégãos padronizados a 70% de carvacrol, berberina, pau d’arco), nutrientes da barreira cutânea (MSM, quercetina, zinco, óleo de salmão selvagem) e apoio à mucosa intestinal (L-glutamina, um pós-biótico estabilizado de Saccharomyces boulardii, olmo-americano). A maioria dos remédios de armário de cozinha fornece um ingrediente numa dose desconhecida; esta fórmula fornece uma quantidade declarada de cada um, doseada ao peso.
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Prazos realistas: como é realmente a recuperação
Semanas 1–2: o cheiro e a oleosidade melhoram primeiro com os banhos medicados; a comichão começa a aliviar. As crostas começam a soltar-se no banho.
Semanas 3–4: a vermelhidão desvanece, a formação de novas crostas abranda e o veterinário pode repetir a citologia para confirmar que o número de leveduras está a descer.
Semanas 6–12: as zonas espessas de pele de elefante vão amolecendo e o pelo volta a crescer. A liquenificação levou meses a formar-se e leva meses a remodelar — as manchas escuras e espessas são normalmente as últimas a desaparecer.
Se nada tiver melhorado às 3–4 semanas, volte ao veterinário. Ou o diagnóstico precisa de ser revisto (os ácaros, a doença autoimune e, em Portugal, a leishmaniose são os culpados clássicos que escapam), ou uma alergia subjacente continua a alimentar o fogo.
Erros comuns que fazem as crostas voltar
- Tratar a crosta como se fosse a doença. As crostas são o fumo; a levedura, a alergia ou o ácaro são o fogo.
- Arrancar ou escovar as crostas a seco. Atrasa a cicatrização e pode semear uma infeção bacteriana.
- Parar os banhos assim que o cheiro melhora. As leveduras recuperam depressa; termine o tratamento definido pelo veterinário.
- Saltar o diagnóstico para poupar na consulta. Semanas do tratamento «para fungos» errado num caso de sarna, pênfigo ou leishmaniose custam muito mais — em dinheiro e no conforto do seu cão.
- Ignorar a humidade. Pregas húmidas e patas molhadas depois de nadar são o território preferido das leveduras; seque-as sempre.
- Experimentar um remédio caseiro de cada vez. Muitos remédios caseiros podem até piorar uma pele com crostas — sobretudo o vinagre ou os óleos essenciais puros sobre pele lesionada.
Mito vs. facto
Mito: «Pele com crostas significa fungos.» Facto: os fungos são uma causa comum entre muitas; a citologia é a única forma de saber.
Mito: «As infeções por fungos são contagiosas.» Facto: a Malassezia é um crescimento excessivo de uma residente normal da pele e não é considerada contagiosa para outros animais ou pessoas — ao contrário da sarna sarcótica e da tinha, que o são. Mais uma razão para o diagnóstico importar.
Mito: «A pele de elefante é permanente.» Facto: a liquenificação melhora geralmente ao longo de semanas a meses quando a causa subjacente é controlada.
Mito: «Um suplemento pode curar uma infeção de pele.» Facto: nenhum suplemento trata ou cura a dermatite por leveduras. Os suplementos podem apoiar a saúde da pele e do intestino no dia a dia, ao lado da terapêutica medicada que o veterinário receitar.
Para o quadro mais amplo — causas, envolvimento dos ouvidos e das patas, e prevenção — leia o nosso guia completo sobre fungos no cão: sintomas e sinais de alerta.
Perguntas frequentes sobre crostas na pele do cão
Porque é que a pele do meu cão parece pele de elefante?
A pele espessa, cinzenta e enrugada (liquenificação) é a resposta da pele a meses de inflamação crónica — na maioria das vezes alergia com crescimento excessivo secundário de leveduras Malassezia. É geralmente reversível, mas a remodelação exige tratamento consistente durante várias semanas a meses, depois de o veterinário confirmar e tratar a causa.
Como sei se as crostas do meu cão são fungos ou sarna?
Normalmente não se consegue distinguir a olho quando as crostas já se formaram. Os fungos tendem a ser oleosos, com cheiro e centrados nas pregas; a sarna sarcótica provoca uma comichão feroz nas bordas das orelhas, nos cotovelos e nos jarretes. O veterinário separa-os em minutos com citologia por fita adesiva e raspagens de pele — vale a pena fazê-lo antes de qualquer tratamento.
As crostas na pele do cão são uma urgência?
Normalmente não, mas vá ao veterinário dentro de poucos dias se as crostas estiverem no nariz, à volta dos olhos ou nas almofadas plantares, alastrarem depressa, sangrarem ou supurarem, vierem com apatia ou febre, ou não fizerem comichão nenhuma — estes padrões sugerem algo diferente de fungos, incluindo a leishmaniose.
Devo tirar as crostas da pele do meu cão?
Não. Arrancar as crostas rasga a pele em cicatrização e pode introduzir uma infeção bacteriana. Deixe-as amolecer num banho medicado e soltar-se naturalmente — e deixe algumas intactas antes da consulta, porque as crostas são amostras úteis para o diagnóstico.
Quanto tempo demora a sarar uma infeção por fungos com crostas?
Com diagnóstico confirmado e tratamento consistente, o cheiro e a comichão melhoram normalmente em duas a quatro semanas. Os casos crónicos de pele de elefante precisam tipicamente de oito a doze semanas até a pele amolecer e o pelo voltar a crescer.
Os suplementos podem curar as crostas na pele do meu cão?
Não — as crostas precisam de diagnóstico veterinário e, no caso dos fungos, de terapêutica medicada tópica ou oral. Um suplemento diário pode apoiar a barreira cutânea e a saúde intestinal ao lado desse tratamento, que é exatamente como as nossas gotas para leveduras foram pensadas para ser usadas — por 29,95 €, com envio grátis para Portugal.
Referências
- Bond R, Morris DO, Guillot J, et al. Biology, diagnosis and treatment of Malassezia dermatitis in dogs and cats: Clinical Consensus Guidelines of the World Association for Veterinary Dermatology. Vet Dermatol. 2020;31(1):27-e4.
- Negre A, Bensignor E, Guillot J. Evidence-based veterinary dermatology: a systematic review of interventions for Malassezia dermatitis in dogs. Vet Dermatol. 2009;20(1):1-12.
- Chen TA, Hill PB. The biology of Malassezia organisms and their ability to induce immune responses and skin disease. Vet Dermatol. 2005;16(1):4-26.
- Craig JM. Atopic dermatitis and the intestinal microbiota in humans and dogs. Vet Med Sci. 2016;2(2):95-105.
- Bergsson G, Arnfinnsson J, Steingrímsson Ó, Thormar H. In vitro killing of Candida albicans by fatty acids and monoglycerides. Antimicrob Agents Chemother. 2001;45(11):3209-3212.
- Estudo seroepidemiológico da leishmaniose canina na região de Évora (20 anos), PMC3640909.
- Regulamento (UE) 2019/6 relativo aos medicamentos veterinários; Regulamento (CE) n.º 767/2009; DGAV.
Este artigo é apenas informativo e não substitui o diagnóstico ou o tratamento veterinário. As crostas na pele têm muitas causas possíveis — leve sempre o seu cão a um médico veterinário e consulte-o antes de iniciar qualquer suplemento, sobretudo se o seu cão tiver uma doença existente. As gotas de apoio às leveduras são um complemento alimentar e não se destinam a tratar, curar ou prevenir doenças.