Fungos nos ouvidos do cão (Malassezia): sintomas, causas e prevenção

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Os fungos nos ouvidos do cão são, quase sempre, um crescimento excessivo de Malassezia pachydermatis, uma levedura que vive na pele de todos os cães saudáveis, dentro do canal auditivo quente e húmido. Na maioria dos casos reconhece-se por três sinais em conjunto: um cheiro a mofo, a «batatas fritas de pacote» ou a pão azedo, uma cera castanha e gordurosa que pode lembrar borra de café, e um cão que abana a cabeça ou coça a mesma orelha sem parar. Este guia trata da parte que a maioria dos artigos salta: como detetar cedo a otite por Malassezia, porque é que alguns ouvidos voltam a ganhar fungos uma e outra vez e o que é uma prevenção segura entre crises. Para um apoio nutricional diário, a par dos cuidados com os ouvidos, as gotas de apoio ao equilíbrio das leveduras da Pure Majesty Pets são um suplemento líquido pronto a usar, com ácido caprílico, vinagre de sidra de maçã e orégãos, além de ingredientes de apoio à pele e à digestão, que se mistura na comida segundo as indicações do rótulo.

Resposta rápida: uma infeção por fungos no ouvido do cão cheira normalmente a mofo ou a batatas fritas e produz uma secreção castanha e gordurosa, com comichão intensa e abanar de cabeça. A levedura prospera no canal auditivo em forma de «L», sobretudo em cães de orelhas caídas, alérgicos ou que nadam muito. Nunca coloque nenhum líquido no ouvido antes de um médico veterinário o ter examinado com um otoscópio.

Como são e a que cheiram os fungos nos ouvidos do cão?

A cera de um ouvido saudável é amarelo-clara a castanho-clara, surge em pequena quantidade e tem pouco ou nenhum cheiro. A otite por leveduras tem outro aspeto e outro cheiro, e a diferença costuma ser evidente quando se sabe com o que comparar.

O que observa Ouvido saudável Possível excesso de fungos (Malassezia)
Cheiro Ténue ou inexistente A mofo, agridoce, a «batatas fritas» ou a pão velho
Secreção Película fina de cera amarelo-clara Acumulação castanha, gordurosa ou cerosa, por vezes escura como borra de café
Pele do pavilhão auricular Rosa-pálida e lisa Vermelha, quente, espessada; pode parecer oleosa
Comportamento Indiferente a que lhe mexam nas orelhas Abana a cabeça, coça-se, esfrega a orelha nos móveis, gane quando lhe tocam
Pelo à volta da orelha Limpo e seco Oleoso, emaranhado, por vezes manchado de cor de ferrugem de tanto coçar e lamber

Uma secreção castanha no ouvido do cão não prova, por si só, que há fungos: cera abundante mas normal, ácaros dos ouvidos e otite externa bacteriana podem ter um aspeto parecido, e as infeções mistas, leveduras mais bactérias, são frequentes. Só a citologia (uma zaragatoa do ouvido, corada e observada ao microscópio pelo seu médico veterinário) confirma o que está realmente a crescer. Comparamos as duas situações lado a lado no guia sobre otite por fungos ou bacteriana no cão, para que este artigo se concentre no reconhecimento e na prevenção. Se tem dúvidas sobre se o que vê é sequer anormal, o nosso artigo sobre a cor da cera nos ouvidos do cão mostra como deve ser um ouvido normal.

Ilustração de fungos nos ouvidos do cão: excesso de leveduras Malassezia à superfície da pele comparado com o desequilíbrio no interior do organismo

Porque é que o canal auditivo em «L» favorece a Malassezia

O canal auditivo humano é mais ou menos reto. O do cão desce primeiro na vertical e depois vira bruscamente em direção ao tímpano, num segmento horizontal: uma forma de «L» que protege muito bem o tímpano, mas que drena muito mal a água e a cera. Calor, escuridão, humidade retida e um fornecimento constante de gordura da pele fazem do segmento horizontal uma incubadora quase perfeita para fungos. É por isso que a Malassezia, inofensiva no resto da pele, passa tantas vezes a crescer em excesso precisamente nos ouvidos (Guillot e Bond, 2020).

Esta anatomia tem duas consequências práticas. Primeiro, quando já se vê sujidade à entrada do ouvido, pode haver muito mais acumulado no fundo do canal horizontal, onde não a consegue ver nem alcançar com segurança. Segundo, as cotonetes introduzidas no canal tendem a empurrar os detritos para a curva em vez de os retirar, uma das várias razões para a regra de ouro que se segue.

Regra de segurança que vale a pena repetir: nunca coloque nenhum líquido, gota ou remédio caseiro dentro do canal auditivo do cão, incluindo vinagre de sidra, água oxigenada ou qualquer mistura diluída, antes de um médico veterinário ter observado o interior com um otoscópio e confirmado que o tímpano está íntegro. Se o tímpano estiver perfurado, os líquidos podem chegar ao ouvido médio e causar danos graves, incluindo perda de audição.

Que cães têm mais fungos nos ouvidos?

O risco não está distribuído por igual. A otite externa por leveduras concentra-se nos cães cujos ouvidos se mantêm mais quentes e mais húmidos e, acima de tudo, nos cães com doença alérgica de pele subjacente (Bond et al., 2020).

Fator de risco Porque favorece os fungos Exemplos típicos
Orelhas caídas (pendentes) O pavilhão tapa o canal, reduz a circulação de ar e retém calor e humidade Cocker Spaniel, Basset Hound, Labrador e Golden Retriever
Canais auditivos com muito pelo O pelo retém cera e humidade dentro do canal Caniches e cruzamentos com Caniche, Schnauzer, Cão de Água Português
Natação ou banhos frequentes A água acumula-se no canal horizontal e não consegue evaporar Retrievers que adoram água, cães que vão à praia, ao rio ou à piscina todos os dias
Doença alérgica de pele (atopia, alergia alimentar) A inflamação altera a barreira cutânea do canal, a produção de cera e o microclima Qualquer raça; muitas vezes os dois ouvidos, muitas vezes recorrente
Raças com pregas de pele e seborreia Uma pele mais oleosa dá mais alimento à Malassezia Basset Hound, Shar-Pei, West Highland White Terrier
Clima quente e húmido O calor e a humidade ambientes aumentam a temperatura e a humidade do canal Verões do Algarve e do Alentejo, invernos húmidos do litoral, de Viana do Castelo a Setúbal

Repare no que esta tabela implica: um Labrador de orelhas caídas que passa agosto a nadar no mar ou no Guadiana acumula três fatores de risco ao mesmo tempo. O mesmo acontece com o Cão de Água Português, uma raça feita para a água, com pelo que cresce também junto à entrada do canal auditivo. São estes os cães cujos donos mais beneficiam de uma rotina deliberada de secagem e verificação.

Fungos nos ouvidos do cão em Portugal: verão de praia, inverno húmido

Em Portugal, o calendário das otites por Malassezia tem dois picos que os médicos veterinários conhecem bem. No verão, entre junho e setembro, os banhos de mar, de rio e de piscina repetem-se quase todos os dias, e a água salgada ou clorada que fica retida no canal horizontal junta-se ao calor. No inverno, sobretudo nas zonas costeiras e no Minho, a humidade elevada e os dias passados dentro de casa, com aquecimento, mantêm o canal abafado. A isto somam-se as alergias de primavera, quando os pólenes de gramíneas e de árvores disparam a comichão nos cães atópicos e, com ela, as crises nos ouvidos. Saber em que estação o seu cão costuma piorar já é uma pista útil para o veterinário.

A causa por trás da maioria das otites por fungos recorrentes: a alergia

Quando os fungos nos ouvidos do cão voltam de poucas em poucas semanas, a humidade raramente explica tudo. O consenso de dermatologia veterinária identifica a hipersensibilidade subjacente, a atopia ambiental ou, com menos frequência, a alergia alimentar, como o motor mais comum da otite por Malassezia recorrente, porque a inflamação alérgica altera a barreira cutânea e a composição da cera dentro do canal (Bond et al., 2020). A levedura é o fumo; a alergia é, muitas vezes, o fogo.

Pistas de que há uma alergia em jogo: os dois ouvidos afetados, crises que acompanham as épocas de pólenes ou as mudanças de alimentação, e comichão que não se limita aos ouvidos, como lamber as patas, esfregar a cara, barriga avermelhada ou problemas de pele repetidos. Os fungos nos ouvidos andam muitas vezes a par de fungos na pele e nas patas do mesmo cão; o nosso guia principal sobre fungos no cão (Malassezia) mostra como estas zonas do corpo se ligam e dá o quadro completo dos sintomas no corpo inteiro. Se as crises são frequentes, pergunte ao seu médico veterinário por uma investigação de alergias: tratar cada crise de ouvido sem tratar a alergia é a forma de um cão entrar num carrossel de infeções.

Cão a lamber a pata, um sinal de alergia que acompanha muitas vezes os fungos nos ouvidos do cão

Higiene segura dos ouvidos do cão: um esquema de decisão simples

A higiene de rotina é onde os donos fazem mais bem e, por vezes, mais mal. Use este esquema antes de mexer nos ouvidos do seu cão:

  1. O ouvido está dorido, cheira mal, tem secreção ou está vermelho? Pare. Não o limpe e não aplique nada. Marque uma consulta: limpar um ouvido infetado ou ulcerado pode agravá-lo e pode apagar a citologia de que o veterinário precisa. Para o que acontece depois do diagnóstico, veja o nosso guia sobre o tratamento dos fungos nos ouvidos do cão.
  2. Um veterinário já examinou este ouvido com otoscópio e confirmou que o tímpano está íntegro? Se não, nenhum líquido entra no canal: nem solução de limpeza, nem vinagre, nem água oxigenada, nem óleo. É a regra de segurança mais importante para os ouvidos e aplica-se sempre que um problema de ouvido é novo.
  3. Ouvido saudável e autorizado pelo veterinário? Então uma manutenção suave é razoável: encha o canal com uma solução de limpeza auricular formulada para cães, massaje a base da orelha durante 20 a 30 segundos, deixe o cão abanar a cabeça e limpe apenas o que vê com algodão ou compressa. Nunca introduza uma cotonete no canal.
  4. Depois da água, secar sempre. Depois da praia, do rio ou do banho, seque com toques suaves o pavilhão e a entrada do ouvido; para os nadadores de alto risco, muitos médicos veterinários sugerem uma solução de limpeza com efeito secante depois de cada contacto com água.
  5. Com que frequência? O suficiente para manter o ouvido limpo, não irritado: limpar em excesso irrita o canal e pode, por si só, favorecer o crescimento de fungos. Na maioria dos ouvidos saudáveis isso significa manutenção ocasional, não esfregar todos os dias. O seu veterinário pode ajustar a frequência ao seu cão.

Para a manutenção de um ouvido saudável e já examinado, uma solução auricular própria, como o limpador de ouvidos para cães da Pure Majesty Pets (frasco de 120 mL, sem clorexidina, com pH ajustado de 5,0 a 5,5, aloé vera e vitamina B5), foi pensada exatamente para este papel: higiene de rotina entre crises, para a cera e o odor, e nunca um tratamento de uma infeção ativa. Nenhuma solução de limpeza cura uma otite, e o produto não se usa com o tímpano perfurado. Nas lojas de animais, em sites como o zooplus.pt e nas clínicas veterinárias portuguesas encontra outras soluções de limpeza auricular; já os medicamentos auriculares com antifúngicos e corticoides são medicamentos veterinários sujeitos a receita, autorizados e controlados em Portugal pela DGAV no quadro do Regulamento (UE) 2019/6, e só o médico veterinário os deve prescrever. E se está tentado por receitas caseiras, nenhuma delas tem lugar dentro de um canal auditivo, mesmo as que podem ser razoáveis para a pele ou as patas.

Prevenir a próxima crise de fungos nos ouvidos: rotina por fora, apoio por dentro

A prevenção tem duas metades. A metade exterior é o esquema de higiene acima: secar os ouvidos depois da água, manter a limpeza aprovada pelo veterinário e melhorar a circulação de ar quando possível (o seu tosquiador ou veterinário pode aconselhar arrancar ou aparar o pelo do canal em algumas raças, como o Caniche ou o Cão de Água Português; é uma decisão individual, por isso pergunte em vez de o fazer por defeito). A metade interior é gerir os fatores alérgicos, de barreira cutânea, intestinais e alimentares que deixam a Malassezia crescer em excesso, em parceria com o seu médico veterinário. Na alimentação, uma dieta completa e equilibrada, de acordo com as orientações nutricionais da FEDIAF, é a base; se houver suspeita de alergia alimentar, a dieta de eliminação deve ser conduzida pelo veterinário.

Alguns donos acrescentam um apoio oral a essa metade interior. As gotas de apoio ao equilíbrio das leveduras da Pure Majesty Pets são gotas orais, que nunca se colocam no ouvido, e fornecem cerca de 292 mg de ingredientes ativos por mililitro numa fórmula de 19 ingredientes com várias frentes: ácido caprílico (TCM C8), orégãos padronizados em carvacrol, berberis (Berberis aristata, rica em berberina), pau-d'arco, um pós-biótico de Saccharomyces boulardii (um pós-biótico, não um probiótico vivo), vinagre de sidra de maçã (apenas por via oral), MSM, quercetina, zinco, óleo de salmão e L-glutamina, numa base vegetal suave de abóbora, olmo-americano (slippery elm), raiz de alteia e alcaçuz DGL. Cada ingrediente está identificado no rótulo, em vez de escondido atrás de uma «mistura proprietária» vaga, para que possa verificar, com o seu médico veterinário, exatamente o que o cão está a tomar. Para ser claro: a investigação sobre suplementos orais para fungos nos ouvidos continua limitada, e nenhum suplemento ou solução de limpeza trata ou cura uma otite. É um apoio à volta do tratamento veterinário, não um substituto. Na União Europeia, um suplemento para animais é um alimento complementar, regido pelo Regulamento (CE) n.º 767/2009, que proíbe atribuir-lhe propriedades de prevenção, tratamento ou cura de doenças.

Uma expectativa realista: com a alergia de base controlada pelo veterinário, os ouvidos mantidos secos e uma rotina de higiene sensata, muitos cães passam de uma crise a cada poucas semanas para crises raras ou inexistentes. Se as crises continuam apesar de tudo isso, esse facto é, por si só, informação de diagnóstico de que o seu veterinário precisa: a recorrência significa normalmente uma causa de base por tratar, não uma rotina de limpeza falhada. Reconhecer cedo os fungos nos ouvidos do cão e saber que fatores de risco o seu cão acumula é o que transforma um problema crónico num problema ocasional.

Quando ir de imediato ao médico veterinário

Alguns sinais não esperam pela consulta de rotina: cabeça inclinada para um lado, perda de equilíbrio, andar em círculos, movimentos rápidos dos olhos, dor intensa ao tocar na orelha, sangue na secreção ou um pavilhão auricular inchado como uma almofada (um possível otohematoma). Podem indicar que a inflamação passou para o ouvido médio ou interno. Nesses casos, contacte de imediato o seu médico veterinário ou um hospital veterinário com urgência 24 horas.

Pure Majesty Pets em Portugal

Ouvidos propensos a fungos: rotina por fora, apoio por dentro

  • Gotas de apoio ao equilíbrio das leveduras, 29,95 €: 19 ingredientes identificados, entre eles ácido caprílico, orégãos, pau-d'arco e óleo de salmão, para apoiar o equilíbrio natural das leveduras e o conforto da pele, das orelhas e das patas. Uso exclusivamente oral, misturadas na comida.
  • Limpador de ouvidos para cães, 26,95 €: 120 mL, sem clorexidina, pH 5,0 a 5,5, aloé vera e vitamina B5, para a higiene de rotina da cera e do odor em ouvidos saudáveis já examinados pelo veterinário.

Envio grátis para Portugal (e para todo o mundo). Envio DDP: direitos e IVA já pagos, nada a pagar na entrega. Fabrico na América do Norte segundo as boas práticas de fabrico (GMP), com certificado de análise (COA) para cada lote.

Perguntas frequentes

Quais são os primeiros sinais de fungos nos ouvidos do cão?

Normalmente o cheiro, a mofo, a batatas fritas ou azedo, seguido de abanar a cabeça, coçar uma ou as duas orelhas e cera castanha na face interna do pavilhão. A vermelhidão e o calor da orelha costumam aparecer poucos dias depois.

O que significa uma secreção castanha no ouvido do cão?

Uma secreção castanha e gordurosa com cheiro a mofo é um padrão clássico de Malassezia, mas os ácaros, a cera abundante normal e as infeções bacterianas podem ter um aspeto semelhante, e as infeções mistas são frequentes. Só uma zaragatoa observada ao microscópio pelo veterinário (citologia) confirma a causa.

Posso limpar os ouvidos do meu cão se suspeito de fungos?

Não. Se o ouvido cheira mal, dói, está vermelho ou tem secreção, consulte primeiro o seu médico veterinário. Nada deve entrar no canal auditivo antes de um exame com otoscópio confirmar que o tímpano está íntegro, e limpar antes da consulta pode esconder o que o veterinário precisa de ver ao microscópio.

Os cães de orelhas caídas têm mesmo mais fungos nos ouvidos?

Sim. Um pavilhão pendente reduz a circulação de ar e retém calor e humidade sobre a entrada do canal, mantendo húmido o canal em «L». Raças como o Cocker Spaniel, o Basset Hound e os retrievers, sobretudo os que nadam, têm mais risco e são as que mais beneficiam de secar os ouvidos por rotina.

Porque é que os fungos nos ouvidos do meu cão voltam sempre?

Os fungos recorrentes nos ouvidos têm quase sempre uma causa de base, na maioria das vezes uma alergia ambiental ou alimentar e, por vezes, humidade crónica ou a conformação do ouvido. As diretrizes de consenso veterinário insistem em encontrar e gerir essa causa; sem isso, as crises tendem a voltar.

Vinagre ou água oxigenada resolvem os fungos nos ouvidos do cão?

Não coloque vinagre, água oxigenada nem nenhum líquido caseiro no ouvido do cão. Se o tímpano estiver danificado, o que não se vê por fora, estes líquidos podem lesionar o ouvido médio. Um problema de ouvido precisa de um exame com otoscópio antes de qualquer coisa entrar no canal.

Os banhos de praia no verão em Portugal aumentam o risco de otite por fungos?

Podem aumentar, sobretudo em cães de orelhas caídas ou com pelo no canal: a água do mar, do rio ou da piscina fica retida no canal horizontal e soma-se ao calor. Seque a entrada do ouvido depois de cada banho e, se o seu cão tem crises frequentes no verão, peça ao veterinário uma solução de limpeza com efeito secante adequada.

Fontes

  • Bond R, Morris DO, Guillot J, et al. Biology, diagnosis and treatment of Malassezia dermatitis in dogs and cats: Clinical Consensus Guidelines of the World Association for Veterinary Dermatology. Vet Dermatol. 2020;31(1):28-74. PMID 31957204 — PubMed
  • Guillot J, Bond R. Malassezia Yeasts in Veterinary Dermatology: An Updated Overview. Front Cell Infect Microbiol. 2020;10:79. PMID 32181160 — PubMed
  • Negre A, Bensignor E, Guillot J. Evidence-based veterinary dermatology: a systematic review of interventions for Malassezia dermatitis in dogs. Vet Dermatol. 2009;20(1):1-12. PMID 19152584 — PubMed
  • DGAV, Medicamentos Veterinários — dgav.pt
  • Regulamento (CE) n.º 767/2009, colocação no mercado e utilização de alimentos para animais — EUR-Lex

Este artigo tem fins exclusivamente informativos e não substitui o aconselhamento do seu médico veterinário. As doenças do ouvido podem envolver um tímpano perfurado, corpos estranhos ou uma infeção do ouvido médio que só um médico veterinário consegue identificar. Peça sempre ao veterinário que examine os ouvidos do seu cão antes de iniciar qualquer rotina de limpeza, suplemento ou produto, e consulte-o antes de fazer alterações em cadelas gestantes, cães medicados ou com uma doença já diagnosticada.