Otite por fungos ou bacteriana no cão: como o veterinário distingue

Calm dog having its ear examined at home, illustrating dog ear infection yeast vs. bacterial differences

A resposta mais rápida e honesta: na otite fúngica do cão, causada pela levedura Malassezia, a secreção costuma ser castanha, cerosa e com um cheiro adocicado e bafiento, e a comichão não dá tréguas; na otite bacteriana, aparece com mais frequência pus amarelo, verde ou acinzentado, um cheiro fétido e dor verdadeira. Só que as duas sobrepõem-se tanto, e as infeções mistas são tão comuns, que apenas um exame ao microscópio chamado citologia auricular confirma se a otite do seu cão é fúngica ou bacteriana. É precisamente por isso que adivinhar em casa é a forma mais habitual de os donos agravarem uma otite. Para um apoio nutricional diário, a par dos cuidados com os ouvidos, as gotas de apoio ao equilíbrio das leveduras da Pure Majesty Pets são um líquido pronto a usar com ácido caprílico, vinagre de sidra de maçã e orégãos, além de ingredientes para a pele e para a digestão, misturado na comida segundo o rótulo.

Resposta rápida: secreção castanha e gordurosa, com cheiro a «batata frita de milho», e comichão intensa sugerem fungos (Malassezia); pus amarelo-esverdeado, cheiro a podre e um ouvido doloroso sugerem bactérias. Nenhum destes sinais é suficientemente fiável para decidir um tratamento: muitos ouvidos têm os dois ao mesmo tempo e a abordagem é completamente diferente. O passo decisivo é a zaragatoa de citologia feita pelo médico veterinário.

Otite fúngica ou bacteriana no cão: a comparação lado a lado

As duas são formas de otite externa, ou seja, inflamação do canal auditivo externo, e quase sempre começam com um fator de base, como alergias, humidade retida ou excesso de cera, e não com algo «apanhado» de outro cão. Os microrganismos envolvidos, porém, comportam-se de maneira diferente, e essas diferenças deixam pistas que se podem observar em casa. Os ácaros do ouvido, um terceiro quadro parecido, afetam sobretudo cachorros e deixam detritos com aspeto próprio.

Otite fúngica ou bacteriana no cão: canal auditivo inflamado com a secreção castanha e cerosa típica da otite por Malassezia
Pista Fungos (Malassezia) Bactérias (cocos ou bacilos) Infeção mista Ácaros do ouvido
Secreção Cera castanha, gordurosa, cor de chocolate Pus amarelo, verde ou acinzentado; por vezes com sangue Qualquer combinação; muitas vezes abundante e variável Detritos secos, escuros e esfarelados, como borra de café
Cheiro Adocicado, bafiento, fermentado («batata frita de milho») Fétido, a podre, intenso Fétido com um fundo bafiento Ligeiro ou nenhum
Comichão ou dor Predomina a comichão: coçar, abanar a cabeça, esfregar a orelha Predomina a dor: encolhe-se, queixa-se ao toque, inclina a cabeça para um lado Ambas, muitas vezes intensas Comichão frenética, muitas vezes nos dois ouvidos
Contexto típico Alergias, orelhas caídas, banhos de mar ou piscina, humidade Ouvidos crónicos ou já tratados antes, contacto com água, lesões do canal Otite antiga que nunca foi bem resolvida Cachorros, contacto com animais infestados
O que a citologia mostra Leveduras em gemulação, com forma de amendoim ou de pino de bowling Cocos redondos em cachos, ou bactérias em bastonete (bacilos), muitas vezes com glóbulos brancos Leveduras e bactérias na mesma lâmina Ácaros visíveis numa preparação de cera
Abordagem veterinária habitual Limpeza mais antifúngico tópico; controlar a alergia de base Limpeza mais antibacteriano tópico; cultura se houver bacilos Associação tópica que cubra ambos Tratamento antiparasitário

Se o ouvido do seu cão parece apenas ter cera, sem vermelhidão, inchaço nem cheiro, pode nem sequer estar infetado: a cera normal varia muito de cão para cão. A cor e a quantidade de cera normal variam de raça para raça, e o artigo sobre os sintomas de otite no cão reúne a lista completa de sinais de alerta.

O que a cor da secreção do ouvido realmente diz (e o que não diz)

A cor da secreção é a pista em que os donos mais confiam, e é de facto útil, mas como hipótese de partida e não como diagnóstico. Eis onde os atalhos populares se aguentam e onde caem por terra.

  • «Secreção castanha é sempre fungos.» Em parte verdade. A cera castanha é o quadro clássico de Malassezia, mas as infeções por estafilococos (cocos) também podem ter um tom acastanhado, e em algumas raças a cera normal abundante é castanha sem qualquer infeção.
  • «Amarelo ou verde é bactéria.» Normalmente verdade, e merece ser levado a sério. Pus verdadeiro aponta para bactérias, e um tom esverdeado levanta a suspeita de Pseudomonas, um bacilo que precisa de tratamento veterinário específico. Não é uma cor para «esperar para ver».
  • «Detritos pretos e esfarelados são ácaros.» Muitas vezes verdade em cachorros, mas em cães adultos os detritos escuros correspondem mais vezes a fungos ou a otite mista. Os ácaros confirmam-se ao microscópio, não pela cor.
  • «Sem cheiro não há infeção.» Falso. Um início de multiplicação de leveduras ou uma otite bacteriana ligeira podem quase não cheirar e, mesmo assim, inflamar o canal.
  • «O cheiro diz qual é.» Pouco fiável. A diferença entre o cheiro a batata frita de milho e o cheiro a podre existe em média, mas as infeções mistas, que são muito frequentes, cheiram aos dois ou a nenhum.

O problema da sobreposição não é teórico. Num estudo retrospetivo de 100 cães com otite externa, realizado na Grécia, foram identificadas Malassezia em 66 cães, cocos em 38 e bacilos em 22, números que somam bem mais de 100 porque muitos cães tinham mais do que um microrganismo ao mesmo tempo (Saridomichelakis et al., 2007). O mesmo estudo mostrou que a maioria das otites era crónica e recorrente (63%) e bilateral (93%), e que a alergia era o fator primário mais comum (43 em 100 cães), seguida das praganas, as espigas de gramíneas (12 em 100). Se tratar apenas a metade que adivinhou, a outra metade mantém a infeção ativa.

Cocos, bacilos ou Pseudomonas: porque mudam todo o tratamento da otite bacteriana

Mesmo dentro de «bacteriana», os pormenores contam. Os cocos redondos (normalmente Staphylococcus) costumam responder aos medicamentos auriculares de primeira linha. As bactérias em bastonete, sobretudo a Pseudomonas aeruginosa, são outro problema: proliferam em canais húmidos e cronicamente inflamados, resistem a muitos antibióticos comuns e podem provocar ouvidos ulcerados e extremamente dolorosos. Quando o veterinário vê bacilos na citologia, as recomendações apontam para cultura e teste de sensibilidade (antibiograma) antes de escolher o antibiótico, justamente porque escolher o fármaco errado alimenta mais resistências. No estudo grego, aliás, a perfuração do tímpano era mais frequente quando a citologia revelava bacilos.

É também por isso que usar as gotas que sobraram de uma otite anterior é uma má aposta. O frasco que tem no armário foi escolhido para um microrganismo do passado, não para o atual. Um antifúngico não faz nada contra a Pseudomonas; um meio tratamento repetido com o antibiótico errado pode selecionar bactérias mais difíceis de combater da próxima vez. Em Portugal, tal como no resto da União Europeia, as gotas auriculares com antibiótico, antifúngico ou corticoide são medicamentos veterinários sujeitos a receita (Regulamento (UE) 2019/6, com autorização e controlo da DGAV), e o novo regulamento reforçou precisamente o uso prudente dos antimicrobianos. A gestão responsável dos antibióticos não é uma questão abstrata de política de saúde: decide se a terceira otite do seu cão vai ser fácil ou penosa de tratar.

Citologia do ouvido do cão: o que acontece realmente no veterinário

A citologia é rápida, barata e, em regra, feita na mesma consulta. O veterinário passa suavemente uma zaragatoa de algodão no canal auditivo, espalha a amostra numa lâmina de vidro, cora-a e observa-a ao microscópio. Em poucos minutos vê se predominam leveduras em gemulação, cocos, bacilos, glóbulos brancos ou ácaros, e em que quantidade, já que algumas leveduras são residentes normais de um ouvido saudável. As diretrizes de consenso da World Association for Veterinary Dermatology sobre a Malassezia (Bond et al., 2020) tratam a citologia como a base do diagnóstico, interpretada sempre em conjunto com os sinais clínicos.

O veterinário também observa o canal com um otoscópio para verificar o tímpano, e isto importa mais do que a maioria dos donos imagina: vários medicamentos e produtos de limpeza auricular comuns nunca devem ser usados se a membrana timpânica estiver perfurada. No estudo dos 100 cães, a perfuração do tímpano ou otite média foi encontrada em 25 deles. Essa verificação é algo que nenhum dono consegue fazer em casa, e é o argumento mais forte contra deitar seja o que for num ouvido doloroso «para ver se resulta». Se o ouvido estiver muito dorido, o exame pode ser feito depois de aliviar a dor ou sob sedação.

Os cinco erros que agravam a otite do cão

  1. Adivinhar o microrganismo pela cor e tratar às cegas. Como vimos, a sobreposição e as infeções mistas tornam o palpite pouco melhor do que atirar uma moeda ao ar, e cada semana errada é uma semana de inflamação que espessa o canal.
  2. Escavar com cotonetes. Os cotonetes empurram os detritos contra o tímpano, ferem o canal e podem perfurar a membrana num cão que se debate. O método seguro é líquido de limpeza, massagem na base da orelha e deixar o cão sacudir a cabeça.
  3. Usar medicamentos que sobraram ou emprestados. Microrganismo errado, substâncias ativas fora de validade e, se o tímpano estiver lesado, alguns ingredientes podem pôr a audição em risco.
  4. Remédios caseiros num ouvido inflamado. Vinagre diluído, água oxigenada e óleos essenciais ardem em tecido ferido, e nenhum líquido é seguro até o veterinário confirmar que o tímpano está intacto. Se quer saber que medidas suaves têm algum lugar, e quais os seus limites, leia a nossa análise honesta dos remédios caseiros para a otite canina antes de mexer no ouvido.
  5. Parar o tratamento quando o cheiro desaparece. Os sintomas melhoram antes de o número de microrganismos normalizar. Os veterinários costumam repetir a citologia antes de dar o tratamento por terminado; parar cedo é a receita clássica para a otite «que volta sempre» e que, na verdade, nunca chegou a resolver-se.

Otite no cão em Portugal: verão, praganas e humidade

Algumas situações típicas do nosso país ajudam a perceber o que pode estar por trás da otite. No verão, os banhos de mar, de rio e de piscina deixam humidade no canal, sobretudo em cães de orelhas caídas ou de pelo denso, como o Cão de Água Português, os spaniels ou os retrievers: é o terreno ideal para a Malassezia e, em ouvidos já danificados, para a Pseudomonas. Entre o fim da primavera e o verão, as praganas (espigas secas de gramíneas) dos campos e bermas entram facilmente no ouvido e provocam uma otite súbita, muitas vezes de um só lado, com o cão a abanar a cabeça com insistência; aqui, nenhuma gota resolve: é preciso retirar a pragana com otoscópio. Na primavera, os pólenes agravam as alergias ambientais que estão na origem de tantas otites fúngicas recorrentes, e no inverno húmido do litoral muitos donos notam que a cera e o cheiro voltam. Secar bem os ouvidos depois de cada banho e inspecionar orelhas e patas depois dos passeios no campo são hábitos simples que fazem diferença.

Quando vigiar, quando marcar consulta e quando é urgente

  • Vigiar em casa (24–48 horas): abanar a cabeça ou coçar ligeiramente, um pouco mais de cera, sem cheiro, sem dor, cão normal em tudo o resto. Mantenha o ouvido seco e não coloque nada lá dentro.
  • Marcar consulta esta semana: coçar persistente, secreção visível de qualquer cor, cheiro evidente, vermelhidão na face interna da orelha, ou um segundo episódio em poucos meses. É o momento da citologia.
  • Veterinário no próprio dia: dor significativa, queixas quando lhe tocam no ouvido, secreção verde ou com sangue, orelha inchada «como uma almofada» (possível otohematoma), cabeça inclinada, andar em círculos, perda de equilíbrio ou um lado da face descaído. Estes sinais podem indicar envolvimento do ouvido médio ou interno, ou um tímpano perfurado. Fora de horas, contacte de imediato o seu médico veterinário ou um hospital veterinário com urgência 24 horas.

Fungos que voltam sempre: onde entra o apoio diário às leveduras (e onde não entra)

Uma otite ativa e dolorosa é um problema veterinário, ponto final. Mas se a citologia insiste em mostrar Malassezia, o ouvido é muitas vezes apenas a parte mais visível de um padrão mais amplo: a mesma levedura multiplica-se nas patas, nas pregas da pele e nas axilas de cães com tendência alérgica, alimentada a partir de dentro por fatores ligados à barreira cutânea e ao intestino. A biologia desta levedura e a forma como desencadeia respostas imunitárias e doença de pele estão bem descritas na revisão de Chen e Hill (2005). Esse quadro de fungos recorrentes é explicado em profundidade no nosso guia principal sobre fungos no cão (Malassezia).

Diagrama do eixo intestino-pele por trás das otites fúngicas recorrentes no cão, mostrando porque os fungos no ouvido refletem muitas vezes um excesso de Malassezia no organismo

Para essa camada entre crises, que envolve o corpo todo, a Pure Majesty Pets formula as gotas de apoio ao equilíbrio das leveduras com uma abordagem em vários eixos: ácido caprílico (MCT C8), orégãos padronizados em carvacrol, berberis (fonte de berberina) e pau-d'arco, ao lado de ingredientes para o intestino como o pós-biótico de Saccharomyces boulardii, a abóbora e o olmo-americano (slippery elm), numa concentração publicada de cerca de 292 mg de ativos por mL, com 19 ingredientes identificados. O formato líquido e a concentração declarada são as diferenças que podemos afirmar com factos; o que não afirmamos é que um suplemento resolva uma otite. É um apoio que contribui para manter o equilíbrio microbiano normal, ao lado (e nunca em vez) do plano do seu veterinário. Atenção: são gotas de uso exclusivamente oral, para misturar na comida, e nunca se colocam dentro do ouvido.

A manutenção entre crises pode incluir também um limpador de ouvidos suave, depois de o veterinário confirmar que o tímpano está saudável. Se são sobretudo os fungos nos ouvidos que regressam, o nosso guia sobre o tratamento dos fungos nos ouvidos do cão percorre as opções veterinárias passo a passo.

Pure Majesty Pets em Portugal

Entre otites: apoio diário à pele e aos ouvidos, de dentro para fora

  • Gotas de apoio ao equilíbrio das leveduras, 29,95 €: 19 ingredientes, cerca de 292 mg de ativos por mL; apoiam o equilíbrio natural das leveduras, ajudam a manter o conforto da pele, das orelhas e das patas e contribuem para o equilíbrio do eixo intestino–pele. Misturam-se na comida.
  • Limpador de ouvidos para cães, 26,95 €: limpeza de rotina da cera e do odor, depois de o veterinário confirmar que o tímpano está intacto.

Envio grátis para Portugal (e para todo o mundo). Envio DDP: direitos e IVA já pagos, nada a pagar na entrega. Fabrico na América do Norte segundo as boas práticas de fabrico (GMP), com certificado de análise (COA) para cada lote.

Perguntas frequentes

Como sei se a otite do meu cão é por fungos ou bacteriana?

Secreção castanha, gordurosa e com cheiro bafiento, acompanhada de comichão intensa, aponta para fungos; pus amarelo-esverdeado, cheiro a podre e dor evidente apontam para bactérias. Nenhum dos quadros é definitivo, porque as infeções mistas são comuns, por isso a citologia auricular feita pelo veterinário é a única forma fiável de saber.

De que cor é a secreção da otite fúngica e da bacteriana?

A secreção da otite por fungos é tipicamente castanha, cerosa e cor de chocolate; a bacteriana é mais vezes amarela, verde ou acinzentada, com aspeto de pus. A cor é uma primeira pista útil, mas sobrepõe-se o suficiente para que o veterinário confirme sempre com uma zaragatoa corada ao microscópio, nunca apenas pela cor.

Um cão pode ter otite por fungos e por bactérias ao mesmo tempo?

Sim, e acontece com frequência. Num estudo com 100 cães com otite externa, leveduras, cocos e bacilos surgiram em combinações sobrepostas em muitos dos casos. Tratar só um dos microrganismos deixa o outro ativo, e é por isso que o tratamento «por palpite» falha tantas vezes.

O que é a citologia do ouvido e dói ao cão?

É uma zaragatoa suave do canal auditivo observada ao microscópio durante a consulta. Demora minutos, é barata e identifica leveduras, o tipo de bactéria (cocos ou bacilos) e ácaros. A maioria dos cães tolera bem a zaragatoa; um ouvido muito doloroso pode ser examinado depois de aliviar a dor.

Posso tratar a otite do cão em casa sem saber se é fúngica ou bacteriana?

É arriscado. O produto errado faz perder semanas, pode agravar as resistências e qualquer líquido deitado num ouvido com o tímpano perfurado sem se saber pode lesar a audição. Uma irritação ligeira e sem cheiro pode ser vigiada por pouco tempo, mas secreção, cheiro ou dor justificam primeiro uma consulta e uma citologia.

Posso comprar gotas para a otite na farmácia em Portugal sem receita?

As gotas auriculares com antibiótico, antifúngico ou corticoide são medicamentos veterinários sujeitos a receita médico-veterinária em Portugal e na União Europeia. Sem receita encontra produtos de limpeza auricular e suplementos alimentares, que podem ter lugar na rotina, mas não substituem o diagnóstico nem o medicamento indicado pelo veterinário.

Porque é que o meu cão tem otites repetidas?

A otite recorrente tem quase sempre uma causa de fundo, na maioria das vezes alergias ambientais ou alimentares, a que se juntam a conformação (orelhas caídas, canais estreitos) e a humidade. Identificar e controlar essa causa, em vez de tratar cada crise isoladamente, é o que acaba por quebrar o ciclo.

Fontes

  1. Saridomichelakis MN, Farmaki R, Leontides LS, Koutinas AF. Aetiology of canine otitis externa: a retrospective study of 100 cases. Veterinary Dermatology. 2007;18(5):341-347. PubMed 17845622
  2. Bond R, Morris DO, Guillot J, et al. Biology, diagnosis and treatment of Malassezia dermatitis in dogs and cats: Clinical Consensus Guidelines of the World Association for Veterinary Dermatology. Veterinary Dermatology. 2020;31(1):27-e4. PubMed 31957204
  3. Nuttall T. Successful management of otitis externa. In Practice. 2016;38(S2):17-21.
  4. Chen TA, Hill PB. The biology of Malassezia organisms and their ability to induce immune responses and skin disease. Veterinary Dermatology. 2005;16(1):4-26. PubMed 15725101
  5. Regulamento (UE) 2019/6 relativo aos medicamentos veterinários. EUR-Lex
  6. DGAV — Medicamentos veterinários. dgav.pt

Este artigo tem fins informativos e não substitui o aconselhamento, o diagnóstico nem o tratamento de um médico veterinário. Uma otite pode envolver um tímpano perfurado: nunca coloque líquidos nem medicamentos num ouvido doloroso sem exame veterinário. Consulte sempre o seu médico veterinário sobre os ouvidos do seu cão.