Bifidobacterium animalis para cães: o que mostra a evidência

Tricolour terrier facing the camera against a pink studio backdrop, illustrating a guide to Bifidobacterium animalis for dogs

O Bifidobacterium animalis é uma das poucas espécies probióticas com um ensaio controlado com placebo realizado em cães, mas esse ensaio testou uma estirpe concreta, a AHC7, numa dose de 2 × 1010 UFC por dia, e o produto que a continha na América do Norte já não está à venda. Na União Europeia, essa estirpe nunca chegou a ser autorizada. A distância entre o nome da espécie impresso num rótulo e a estirpe que foi efetivamente estudada é a coisa mais útil que precisa de perceber antes de comprar um probiótico para o seu cão. Um frasco que diz «Bifidobacterium animalis» está a indicar um género e uma espécie, não está a prometer que contém o microrganismo da investigação.

Neste guia explicamos o que a evidência canina mostra de facto sobre o Bifidobacterium animalis no cão, o que não mostra, o que diz a autoridade europeia de segurança dos alimentos (EFSA) e como ler um rótulo em Portugal para saber exatamente o que está a comprar.

O que é o Bifidobacterium animalis e onde vive no intestino do cão

As bifidobactérias estão entre os microrganismos anaeróbios dominantes no intestino grosso de um cão saudável. A espécie Bifidobacterium animalis divide-se em duas subespécies: subsp. animalis e subsp. lactis. A maior parte das estirpes que encontra nos iogurtes e nos suplementos para pessoas, como a BB-12 e as suas «parentes», pertence à subsp. lactis: foram selecionadas há décadas para a fermentação de lacticínios e para ensaios em humanos.

A AHC7 é diferente. Foi isolada a partir de tecido gastrointestinal canino precisamente porque os investigadores queriam um organismo comensal que já pertencesse ao intestino do cão, e não uma estirpe láctea emprestada da investigação humana. No trabalho original (O'Mahony et al., Veterinary Microbiology, 2009), a equipa isolou 420 microrganismos do intestino canino, dos quais 62 eram bactérias lácticas; após testes de resistência ao pH e à bílis, inibição de agentes patogénicos e sobrevivência à liofilização, a AHC7 foi a estirpe escolhida. Num estudo em cães, o seu consumo reduziu de forma significativa a presença de clostrídios, em particular de Clostridium difficile.

Esta origem importa, porque os efeitos probióticos não se transferem de uma estirpe para outra. Dois organismos podem partilhar o mesmo nome de espécie e comportar-se de forma completamente diferente. É exatamente por isso que o tema das estirpes probióticas para cães merece mais atenção do que o nome do género escrito na embalagem.

O único ensaio em cães com Bifidobacterium animalis que vale a pena conhecer

Kelley e colegas distribuíram aleatoriamente 31 cães com diarreia aguda idiopática por dois grupos: 13 receberam a AHC7 (no produto Iams Prostora) e 18 receberam placebo. Nos cães que tomaram o probiótico, a diarreia resolveu-se em 3,9 ± 2,3 dias, contra 6,6 ± 2,7 dias no grupo placebo (P < 0,01), e uma menor percentagem precisou de metronidazol (38,5 % contra 50,0 %). A dose foi de 2 × 1010 UFC por dia (Veterinary Therapeutics, 2009; PMID 20037966).

É um resultado real e, honestamente, melhor do que aquilo que a maioria das espécies probióticas consegue apresentar em cães. Mas tem limites que se perdem facilmente nos textos de marketing:

  • 31 cães é um ensaio pequeno. Só 13 cães receberam o probiótico. Um único estudo pequeno é um ponto de partida, não uma questão encerrada.
  • A diarreia aguda idiopática resolve-se, em grande parte, por si. O grupo placebo também melhorou, e em menos de uma semana. O benefício medido é uma resolução mais rápida, não uma resolução que de outra forma não teria acontecido.
  • A dose é elevada. 2 × 1010 UFC por dia de uma única estirpe é bastante mais do que muitos produtos com várias estirpes fornecem no total.
  • Nada disto diz respeito a doença crónica. Não existe nenhum ensaio canino com a AHC7 na doença inflamatória intestinal, na pancreatite, nas alergias ou na ansiedade. Se a melatonina está entre as opções a discutir sobre o sono ou a rotina, guia dos produtos com melatonina explica os pontos a verificar antes da escolha.
  • O metronidazol é um medicamento sujeito a receita veterinária. Em Portugal, como em toda a União Europeia, os antibióticos para animais só podem ser usados com receita do médico veterinário (Regulamento (UE) 2019/6). O ensaio mostra menos cães a precisar dele, não uma alternativa ao critério clínico.

Um estudo de mecanismo associado mostrou que a AHC7 atenuou a ativação do NF-κB depois de uma infeção por Salmonella typhimurium, mas esse trabalho foi feito em ratinhos, não em cães (O'Mahony et al., BMC Immunology, 2010). É um mecanismo plausível, não um resultado clínico no seu cão. Para aprofundar a questão abordada aqui, leia guia do apoio imunitário do cão idoso.

Porque é que o rótulo quase nunca diz AHC7: o parecer da EFSA

Esta é a parte que quase ninguém conta. O produto de retalho com a AHC7, vendido fora da Europa, foi descontinuado e, na Europa, a estirpe nunca passou a porta dos aditivos para alimentação animal. Na União Europeia, os microrganismos usados como aditivos zootécnicos em alimentos para animais são avaliados pela EFSA e autorizados ao abrigo do Regulamento (CE) n.º 1831/2003. Em 2012, o painel FEEDAP da EFSA analisou o Prostora Max, um aditivo à base de uma estirpe de B. animalis proposto para cães, e registou três pontos:

  • a estirpe nunca tinha sido autorizada na UE;
  • a estirpe era resistente ao antibiótico clindamicina e a base genética dessa resistência não foi estabelecida, pelo que a condição relativa à resistência a antibióticos não estava cumprida e a abordagem de «presunção qualificada de segurança» (QPS) não podia ser aplicada;
  • com base nos três estudos apresentados, o painel não conseguiu concluir sobre a eficácia do produto em cães.

A consequência prática é direta. Em 2026, um suplemento para cães que indique «Bifidobacterium animalis» tem uma probabilidade esmagadora de conter uma estirpe láctea da subsp. lactis, e não a AHC7. A investigação de que esse produto empresta credibilidade, de forma implícita, foi feita com um organismo que ele não contém.

O que diz o rótulo O que lhe diz realmente O que fazer
«Bifidobacterium animalis» Apenas a espécie. Nenhuma ligação a um ensaio canino. Peça à marca a designação da estirpe.
«B. animalis subsp. lactis» A subespécie. Quase de certeza uma estirpe de origem láctea. Avalie-a pelos seus próprios dados, não pelos da AHC7.
«B. animalis AHC7» A estirpe estudada. Rara no retalho atual e nunca autorizada como aditivo na UE. Confirme a quantidade de UFC no fim da validade, não no fabrico.
«Mistura probiótica exclusiva» Nem a estirpe nem as UFC de cada estirpe são divulgadas. Uma dose que não é divulgada é uma dose desconhecida.

O problema dos rótulos dos probióticos para cães vai além de uma espécie

Weese e Martin compraram 25 probióticos comerciais destinados a animais e analisaram os rótulos e o conteúdo bacteriano. Só 4 dos 15 produtos que declaravam uma quantidade de organismos viáveis atingiam ou ultrapassavam o valor do rótulo, e o nome de pelo menos um organismo estava mal escrito em 7 dos 22 rótulos que identificavam microrganismos (Canadian Veterinary Journal, 2011; PMID 21461205). Um género mal escrito num rótulo é um bom indicador da atenção dada a tudo o que não se vê: verificação das estirpes, testes de estabilidade, libertação de cada lote.

O panorama geral é semelhante. Uma revisão sistemática dos ensaios com probióticos em doenças gastrointestinais de cães incluiu 17 estudos e classificou o risco de viés como, em geral, moderado a elevado, com amostras pequenas. Os autores concluíram que os dados apontam para um efeito muito limitado, e possivelmente pouco relevante do ponto de vista clínico, na prevenção ou no tratamento da doença gastrointestinal aguda, e que na doença crónica a dieta continua a ser a principal intervenção (Jensen e Bjørnvad, Journal of Veterinary Internal Medicine, 2019; PMID 31313372). Isto não é razão para pôr de lado os probióticos. É razão para comprar com base na transparência, e não no nome de uma espécie.

Em Portugal, a rotulagem dos alimentos para animais, incluindo os alimentos complementares como os suplementos, segue o Regulamento (CE) n.º 767/2009, e o controlo oficial cabe à DGAV. O artigo 13.º desse regulamento proíbe que o rótulo alegue que um alimento para animais previne, trata ou cura uma doença. Por isso, desconfie de qualquer probiótico vendido como «tratamento» da diarreia ou da colite: um rótulo sério identifica cada microrganismo pelo nome e fala de apoio, nunca de cura.

Bifidobacterium ou outro probiótico? O que se vende em Portugal

Nas lojas de animais e farmácias em linha portuguesas (zooplus.pt, Zu, Tiendanimal, Kiwoko, lojas de clínicas veterinárias), o probiótico para cães mais conhecido é o Purina Pro Plan FortiFlora, que é baseado noutra bactéria, o Enterococcus faecium, e não em bifidobactérias. Explicamos o que se sabe dessa espécie no nosso artigo sobre o Enterococcus faecium para cães. Outros produtos combinam lactobacilos, bifidobactérias e leveduras em proporções muito diferentes. A pergunta certa, perante qualquer um deles, não é «tem Bifidobacterium?», mas sim «que microrganismos tem, em que quantidade declarada e com que controlo de cada lote?». Para aprofundar a questão abordada aqui, leia guia das infeções por leveduras em cães.

Se quer a comparação completa do que existe no mercado nacional, comece pelo nosso guia dos melhores probióticos para cães em Portugal. Para avaliar os critérios desta escolha, consulte comparação de probióticos para cães.

Onde entra um probiótico líquido diário para cães

As bifidobactérias são anaeróbias estritas e relativamente frágeis fora do intestino, e é por isso que o formato e a conservação de um probiótico não são pormenores. O nosso probiótico líquido 3 em 1 para cães segue deliberadamente uma abordagem diferente da de um produto de estirpe única para «resgate»: não contém bifidobactérias, mas três culturas vivas identificadas pelo nome, a levedura Saccharomyces boulardii e as bactérias formadoras de esporos Bacillus coagulans e Bacillus subtilis, juntamente com MOS prebióticos e beta-glucanos de paredes celulares de levedura inativada e tributirina, uma fonte de butirato. Tudo numa suspensão sem água em óleo MCT, doseada ao peso do cão com uma pipeta graduada, com certificado de análise (COA) para cada lote e fabrico na América do Norte segundo as boas práticas de fabrico (GMP). O envio para Portugal é grátis.

Um líquido tem duas vantagens práticas que vale a pena dizer com clareza. Pode ajustar a porção, metade para um cão pequeno ou sensível e a porção completa para um cão grande, sem partir um mastigável nem fazer contas de cabeça. E mistura-se na comida sem um veículo com sabor que o cão tenha de aceitar.

Nada disto faz dos mastigáveis uma má escolha. Um bom mastigável que o seu cão come todos os dias sem falhar é melhor do que um líquido superior esquecido no armário, e a regularidade é a variável que mais conta. Se está a comparar os formatos entre si, fizemos essa comparação em pormenor no artigo melhor probiótico para cães: líquido, pó ou mastigável?.

Pure Majesty Pets em Portugal

Um probiótico que diz exatamente o que contém

  • Probiótico líquido 3 em 1 para cães, 31,95 €: Saccharomyces boulardii, Bacillus coagulans e Bacillus subtilis vivos, MOS prebióticos, componentes de levedura inativada e tributirina, para apoiar fezes mais firmes, o equilíbrio da flora intestinal e a digestão diária. Frasco de 60 mL com pipeta graduada; o mais simples de dosear ao peso do cão.

Envio grátis para Portugal (e para todo o mundo). Envio DDP: direitos e IVA já pagos, nada a pagar na entrega. Fabrico na América do Norte segundo as boas práticas de fabrico (GMP), com certificado de análise (COA) para cada lote.

O que não vamos afirmar

Não publicamos uma contagem de UFC garantida para o nosso probiótico líquido, por isso não vamos fingir que corresponde à dose do ensaio com a AHC7. Não afirmamos que contém AHC7, nem qualquer bifidobactéria: não contém. Não vamos dizer-lhe que algum probiótico trata a doença inflamatória intestinal, a pancreatite, as alergias ou a ansiedade nos cães, porque a evidência canina para isso não existe, e porque a lei europeia não o permite a um suplemento. E não vamos dizer-lhe que um probiótico reconstrói para sempre o microbioma de um cão: as estirpes suplementadas são normalmente transitórias e desaparecem em poucas semanas depois de parar. O guia guia das opções perante a comichão explica esta questão e os pontos a verificar.

Quando pôr o suplemento de lado e ligar ao médico veterinário

Os probióticos servem de apoio, não de diagnóstico. Marque uma consulta, em vez de ir buscar um frasco, se notar diarreia que dura mais de 48 horas, sangue nas fezes ou fezes negras e pegajosas, vómitos repetidos, apatia, dor abdominal, perda de peso sem explicação, ou diarreia num cachorro, num cão idoso ou num cão imunodeprimido. Em caso de sangue abundante, vómitos que não param ou um cão muito prostrado, contacte de imediato o seu médico veterinário ou um hospital veterinário com urgência 24 horas. Se o acompanhamento inclui alterações nos hábitos urinários, guia do apoio nutricional à bexiga esclarece a questão distinta do apoio nutricional à bexiga.

Fezes moles persistentes num cão adulto podem refletir uma enteropatia crónica, uma insuficiência pancreática exócrina ou parasitas intestinais, como a giárdia. O nosso guia sobre a disbiose nos cães explica como os veterinários investigam estes casos. As alterações da microbiota intestinal são um elemento reconhecido da doença gastrointestinal crónica do cão, e não um diagnóstico isolado: a perda de bactérias comensais normais está associada a alterações metabólicas, como nos ácidos gordos de cadeia curta e nos ácidos biliares secundários (Suchodolski, The Veterinary Journal, 2016; PMID 27160005). O guia guia da cobertura dos desparasitantes intestinais explica esta questão e os pontos a verificar.

No verão português há ainda um cenário típico: o cão, seja um Cão de Água Português ou um Podengo Português, que bebe água do mar numa praia do Algarve ou de charcos numa praia fluvial do Alentejo, come restos de um piquenique ou apanha calor a mais, e aparece com diarreia no dia seguinte. A maior parte destes episódios é ligeira e passa em poucos dias, mas a desidratação instala-se depressa com temperaturas acima de 30 °C. Garanta água fresca e sombra e, se a diarreia vier acompanhada de vómitos ou apatia, não espere.

Um calendário realista para um probiótico no cão

Período O que os donos referem com mais frequência
Dias 1 a 3 Nada, ou fezes ligeiramente mais moles enquanto o intestino se adapta. Não é motivo para parar.
Dias 4 a 14 Se as fezes vão ficar mais firmes, é normalmente nesta fase que se nota.
Semanas 3 a 6 Os gases e a consistência das fezes estabilizam num novo padrão nos cães que respondem.
Depois de 6 semanas Nenhuma alteração é sinal para parar de adivinhar e procurar um diagnóstico.

Se ao fim de duas semanas quiser avaliar a resposta do seu cão, registe a consistência das fezes num caderno ou no telemóvel: é a forma mais simples de mostrar ao médico veterinário o que mudou. Para um apoio diário com porção ajustada ao peso, o probiótico líquido para cães mistura-se na comida em segundos.

Como escolher um probiótico para cães em cinco perguntas

  1. Cada microrganismo está identificado pelo nome, com género e espécie, e não escondido numa «mistura exclusiva»?
  2. A quantidade de cada ingrediente está declarada no rótulo, de forma clara?
  3. A dose é ajustada ao peso do seu cão?
  4. Existe um certificado de análise (COA) para cada lote, de uma instalação que segue as boas práticas de fabrico (GMP)?
  5. A marca diz-lhe o que o produto não faz?

Para as estirpes vizinhas, analisámos com o mesmo ceticismo o Lactobacillus para cães, o Enterococcus faecium e o Saccharomyces boulardii.

Perguntas frequentes

O Bifidobacterium animalis é seguro para cães?

Foi dado a cães em ensaios publicados sem efeitos adversos relatados, e a AHC7 foi, à partida, isolada de tecido intestinal canino. Gases passageiros ou fezes mais moles nos primeiros dias são o efeito mais referido. Fale com o seu médico veterinário antes de iniciar qualquer suplemento num cão a tomar medicação imunossupressora.

Posso dar ao meu cão um suplemento de Bifidobacterium para pessoas?

Os produtos para humanos costumam conter estirpes lácteas da subsp. lactis em doses pensadas para adultos, muitas vezes com edulcorantes ou excipientes desnecessários para um cão. O xilitol, em particular, é perigoso para os cães. Um produto formulado e doseado para cães é a opção mais segura.

Quanto Bifidobacterium animalis precisa um cão?

Não existe uma necessidade estabelecida. O único ensaio canino usou 2 × 1010 UFC por dia da estirpe AHC7 e esse valor não se transfere para outras estirpes. Siga a dosagem indicada no rótulo do produto que está efetivamente a usar.

Quanto tempo até notar alguma diferença?

No ensaio sobre diarreia aguda, a diferença surgiu em poucos dias. Para um apoio diário geral, dê duas a quatro semanas de uso regular antes de avaliar.

Devo dar um probiótico durante ou depois dos antibióticos?

Muitos veterinários sugerem-no e é uma opção razoável, mas a evidência canina é mais fraca do que a confiança com que costuma ser recomendado. Lembre-se de que, em Portugal, os antibióticos para cães exigem sempre receita veterinária.

O Bifidobacterium é melhor do que o Lactobacillus para cães?

Nenhum dos géneros é categoricamente melhor. Os efeitos dependem da estirpe, e a comparação útil é entre duas estirpes identificadas com dados publicados, não entre dois nomes de género.

Encontro probióticos com Bifidobacterium animalis AHC7 à venda em Portugal?

É muito pouco provável. A estirpe AHC7 nunca foi autorizada como aditivo para alimentação animal na União Europeia, e a EFSA não conseguiu concluir sobre a eficácia do produto avaliado. Os probióticos com «Bifidobacterium animalis» que encontra em Portugal contêm, quase sempre, outras estirpes, por isso avalie-os pela informação que o rótulo dá.

Fontes

  1. Kelley RL, Minikhiem D, Kiely B, et al. Clinical benefits of probiotic canine-derived Bifidobacterium animalis strain AHC7 in dogs with acute idiopathic diarrhea. Veterinary Therapeutics. 2009;10(3):121-130. PMID 20037966
  2. O'Mahony D, Murphy KB, MacSharry J, et al. Portrait of a canine probiotic Bifidobacterium — from gut to gut. Veterinary Microbiology. 2009;139(1-2):106-112. PMID 19523775
  3. O'Mahony D, Murphy S, Boileau T, et al. Bifidobacterium animalis AHC7 protects against pathogen-induced NF-κB activation in vivo. BMC Immunology. 2010;11:63. (Modelo em ratinho.) PMC3016395
  4. Weese JS, Martin H. Assessment of commercial probiotic bacterial contents and label accuracy. Canadian Veterinary Journal. 2011;52(1):43-46. PMID 21461205
  5. Jensen AP, Bjørnvad CR. Clinical effect of probiotics in prevention or treatment of gastrointestinal disease in dogs: A systematic review. Journal of Veterinary Internal Medicine. 2019;33(5):1849-1864. PMID 31313372
  6. Suchodolski JS. Diagnosis and interpretation of intestinal dysbiosis in dogs and cats. The Veterinary Journal. 2016;215:30-37. PMID 27160005
  7. EFSA Panel on Additives and Products or Substances used in Animal Feed (FEEDAP). Scientific Opinion on the safety and efficacy of Prostora Max (Bifidobacterium animalis) as a feed additive for dogs. EFSA Journal. 2012;10(12):2964. doi:10.2903/j.efsa.2012.2964
  8. Regulamento (CE) n.º 1831/2003, relativo aos aditivos destinados à alimentação animal — EUR-Lex
  9. Regulamento (CE) n.º 767/2009, relativo à colocação no mercado e à utilização de alimentos para animais — EUR-Lex
  10. Regulamento (UE) 2019/6, relativo aos medicamentos veterinários — EUR-Lex
  11. DGAV — Alimentos para Animais — dgav.pt

Este artigo destina-se a informação geral e não substitui o aconselhamento do seu médico veterinário. Os produtos Pure Majesty Pets são alimentos complementares para animais, não medicamentos, e não se destinam a diagnosticar, tratar, curar ou prevenir qualquer doença. Fale com o seu médico veterinário antes de iniciar um suplemento, sobretudo se o seu cão estiver doente, gestante ou a tomar medicação.