Conjuntivite no cão: sinais, recuperação e o que mostram os dados

Close-up of a beagle dog's face and eye, illustrating where dog pink eye and conjunctivitis appear

A conjuntivite no cão é a inflamação da membrana rosada que reveste as pálpebras e a parte branca do olho. O aspeto assusta, mas na maioria dos casos tem boa evolução: numa série hospitalar de 153 cães com conjuntivite folicular acompanhados entre 2007 e 2022, 80,6% dos olhos avaliados (100 de 124) estavam totalmente resolvidos ao fim de um mês de tratamento tópico adequado (Cerrada I, Leiva M, Vilao R, Peña T, Ríos J, Vet Ophthalmol. 2024;27(4):310-317, PMID 37850538).

A palavra decisiva é adequado. A conjuntivite canina não é a «conjuntivite das pessoas» noutro paciente: o cão raramente tem uma conjuntivite bacteriana primária, e aquilo que parece conjuntivite é muitas vezes olho seco, uma úlcera da córnea, um corpo estranho ou, no pior cenário, um glaucoma com o mesmo disfarce. Neste guia explicamos como distinguir estes quadros, o que esperar da recuperação semana a semana e onde entra o cuidado diário, como as gotas Visão avançada para cães: depois do diagnóstico, como parte da rotina, e nunca no lugar do médico veterinário.

Quanto tempo dura a conjuntivite no cão: os números da recuperação

A série publicada em 2024 é o conjunto de dados mais útil para os tutores e quase não aparece nas páginas dirigidas ao público. Abrangeu 153 cães e 276 olhos:

Resultado Valor
Olhos totalmente resolvidos ao fim de 1 mês de tratamento tópico 80,6% (100/124)
Cães com menos de 18 meses 54% (83/153)
Cães adultos 46% (70/153)
Gravidade associada à idade jovem p = 0,032
Gravidade associada a doença nos dois olhos p = 0,025
Gravidade associada a doença de pele Sem associação significativa (p > 0,05)

A última linha é a menos intuitiva. Supõe-se muitas vezes que a conjuntivite folicular é um problema de alergia disfarçado; neste grupo, porém, a gravidade acompanhou a juventude do cão e o envolvimento dos dois olhos, e não a doença de pele. Na prática: um cão jovem com os dois olhos afetados tende a apresentar um quadro mais intenso e, mesmo assim, tem grande probabilidade de recuperar dentro do mês.

Um ponto para ler com cuidado: o estudo descreve olhos tratados numa clínica de referência, com exame completo antes de começar. É isso que torna o tratamento «adequado». Um tutor que aplica em casa umas gotas que tinha na gaveta não está no mesmo cenário, e os números não se transferem.

Conjuntivite em cães raramente é uma infeção bacteriana primária

A infeção bacteriana não é uma causa reconhecida de conjuntivite primária no cão. A conjuntivite bacteriana secundária é frequente, mas exige que algo tenha comprometido o olho antes: queratoconjuntivite seca (olho seco), entrópio, ectrópio, lagoftalmia (o cão não fecha bem as pálpebras), paresia do nervo facial, distiquíase, cílios ectópicos, triquíase ou um corpo estranho na conjuntiva. Se o seu médico veterinário já confirmou que há uma bactéria envolvida, o nosso artigo sobre a infeção ocular bacteriana no cão explica como estes casos são diagnosticados e tratados.

O Merck Veterinary Manual reforça a mesma ideia pelo outro lado: uma secreção purulenta indica uma componente bacteriana, mas essa bactéria pode ser oportunista, e o aspeto da conjuntiva, por si só, geralmente não é suficientemente característico para apontar o agente causal (Merck Veterinary Manual, The Conjunctiva in Animals).

Mais uma perspetiva sobre o pouco que vale o «parece infetado»: entre 476 cães cujos olhos pareceram suspeitos ao ponto de um especialista pedir cultura, 46,2% das culturas não fizeram crescer nada (Hewitt et al., Front Vet Sci. 2020;7:583965). Eram casos de queratite ulcerativa, não de conjuntivite, por isso a percentagem não se aplica diretamente; a lição, essa, mantém-se: a aparência é um mau indicador da causa, e é por isso que um exame vale mais do que qualquer tabela de cores.

Conjuntivite ou outra coisa? Como distinguir o olho vermelho do cão

A vermelhidão é o sinal comum a quase todos os problemas oculares. O que muda é o padrão: um olho ou os dois, tipo de secreção, presença de dor, aspeto da córnea. Esta tabela ajuda a orientar a conversa com o médico veterinário, sem substituir o exame. Se a dúvida for apenas se a vermelhidão é normal, veja primeiro o nosso artigo sobre olhos vermelhos no cão.

O que vê Causa mais provável Próximo passo
Os dois olhos, comichão, conjuntiva inchada (quemose), cão a coçar também a cara e as patas Conjuntivite alérgica: 100% bilateral numa série de 122 cães Leia alergia nos olhos do cão ou infeção e marque uma avaliação
Cão jovem, folículos visíveis na face interna da terceira pálpebra, os dois olhos Conjuntivite folicular Tratamento tópico; cerca de 80% resolvem num mês
Um só olho, secreção espessa, olho semicerrado, cão a fugir quando lhe tocam na cabeça Corpo estranho, úlcera ou infeção bacteriana secundária Consulta nas 24 horas, com teste de fluoresceína
Os dois olhos, secreção pegajosa em fios, córnea baça, episódios repetidos Olho seco (queratoconjuntivite seca) Teste de Schirmer; veja o nosso artigo sobre o olho seco no cão
Vasos profundos e ramificados, córnea azulada, pupila dilatada, dor evidente Glaucoma agudo ou uveíte Urgência, no próprio dia

Em Portugal, a primavera é a época dos pólenes, e é comum os tutores notarem mais olhos vermelhos e comichão nessas semanas; o boletim polínico da Rede Portuguesa de Aerobiologia ajuda a perceber se os sintomas do seu cão acompanham essas semanas. Passeios em zonas de mato seco no verão, com praganas e pó, são também uma causa clássica de corpo estranho num só olho.

Um olho vermelho que não cede: pense também na leishmaniose

Em Portugal há um diagnóstico diferencial que as fontes anglo-saxónicas raramente mencionam. A leishmaniose canina é endémica em várias regiões do país, sobretudo no Alentejo, no Algarve, em Lisboa e Vale do Tejo e no Douro e Trás-os-Montes, e um estudo serológico de 20 anos em Évora documenta essa presença no sul (Schallig, Cardoso e Semião-Santos, Parasites & Vectors, 2013). A doença pode atingir os olhos, e uma conjuntivite ou queratoconjuntivite que regressa sem explicação, sobretudo num cão que também perde peso, tem lesões de pele ou unhas compridas, justifica perguntar ao médico veterinário se vale a pena testar. Não é a causa mais frequente de olho vermelho, mas num cão de uma zona endémica não deve ficar esquecida.

O que não pode passar despercebido: glaucoma agudo

O glaucoma agudo manifesta-se com blefaroespasmo (o cão fecha o olho com força), vasos episclerais congestionados, edema difuso da córnea, pupila dilatada e perda de visão, com uma pressão intraocular que tipicamente ultrapassa 40–60 mm Hg, quando o intervalo normal no cão ronda 12–25 mm Hg. A mensagem do MSD Veterinary Manual é inequívoca: o glaucoma é uma causa comum de cegueira irreversível no cão, o diagnóstico precoce é crítico e a pressão intraocular deve ser medida em todos os cães com dor ocular, edema da córnea ou congestão episcleral (MSD Veterinary Manual, Glaucoma in Animals). Entre as raças predispostas ao glaucoma primário de ângulo fechado estão o Cocker Spaniel Americano, o Basset Hound, o Chow Chow, o Shar-Pei, o Samoiedo e o Husky Siberiano.

A diferença que o tutor consegue de facto usar é a dor. A conjuntivite incomoda; o glaucoma dói. Um cão que não deixa aproximar a mão do olho, que o mantém fechado, ou que ficou apagado e deixou de comer precisa de uma clínica hoje, e não de uma lavagem. Fora de horas, contacte de imediato o seu médico veterinário ou um hospital veterinário com urgência 24 horas.

Tratamento da conjuntivite no cão: o que esperar semana a semana

Os colírios com antibiótico, anti-inflamatório ou corticoide são medicamentos veterinários sujeitos a receita médico-veterinária em Portugal, autorizados e controlados pela DGAV no quadro do Regulamento (UE) 2019/6. A escolha depende do diagnóstico, e é por isso que a sequência abaixo começa no consultório.

Fase O que esperar
Dia 0 Exame, teste de fluoresceína para excluir úlcera, teste de Schirmer (lágrima) e, por vezes, citologia ou cultura. É esta sequência que torna o tratamento «adequado».
Dias 1–5 A secreção e a vermelhidão começam habitualmente a diminuir com o tratamento tópico prescrito. Mantenha o colar isabelino: o cão a esfregar o olho é a principal razão pela qual os casos estagnam.
Semana 2 Espera-se uma melhoria clara. Se não houver qualquer melhoria nesta altura, é o diagnóstico que deve ser revisto, e não o tratamento prolongado.
Semana 4 Na série publicada de conjuntivite folicular, cerca de quatro em cada cinco olhos estavam totalmente resolvidos. Faça uma reavaliação se persistir vermelhidão ou secreção.
Depois disso As recaídas apontam para uma causa de fundo: conformação das pálpebras, olho seco, alergia. Se a causa não for corrigida, a conjuntivite volta.

Três erros a evitar em casa

Gotas humanas para «olhos vermelhos». Os colírios descongestionantes de farmácia para pessoas contêm muitas vezes imidazolinas (tetra-hidrozolina, nafazolina, oximetazolina). São tóxicas para os animais: a ingestão, incluindo o que o cão lambe da própria cara, pode causar vómitos, bradicardia, hipotensão, descoordenação e colapso, por vezes em 15 a 30 minutos. Se isso acontecer, contacte de imediato o seu médico veterinário ou um hospital veterinário com urgência 24 horas.

Restos de gotas com corticoide. O Merck admite corticoides tópicos na quemose alérgica, mas com uma condição: que não exista úlcera da córnea. Isso não se consegue confirmar em casa, e um corticoide sobre uma úlcera pode agravá-la rapidamente.

Parar cedo. O olho parece melhor muito antes de estar curado. Termine o tratamento prescrito e vá à reavaliação.

Cuidados diários depois do diagnóstico: onde entra (honestamente) um suplemento

Nada do que se compra sem receita trata a conjuntivite, e qualquer produto que o prometa deve perder de imediato a sua confiança. Restam dois papéis, ambos reais.

Higiene da superfície do olho. Retirar crostas e sujidade com soro fisiológico estéril ou com umas gotas para os olhos do cão próprias para limpeza, usando uma compressa nova para cada olho, reduz a irritação mecânica que mantém a conjuntiva inflamada. As nossas gotas de limpeza têm pH 7,0–7,2, ajustado às lágrimas, são estéreis, não medicamentosas e sem fragrância, com ácido hialurónico (hialuronato de sódio 0,05%), aloé vera e camomila para conforto e hidratação. Servem a rotina diária, não tratam uma conjuntivite. O passo a passo está no nosso guia sobre como limpar os olhos do cão.

Apoio nutricional. A evidência no cão é estreita e preferimos citá-la com rigor a inflacioná-la. Os cães praticamente não têm luteína nem zeaxantina no plasma sem aporte alimentar: no estudo de Kim e colegas, a luteína era indetetável em Beagles não suplementados e subiu de forma dependente da dose com 5, 10 e 20 mg/dia ao longo de 12 semanas (Kim HW et al., Vet Immunol Immunopathol. 2000;74(3-4):315-327, PMID 10802297). Foi um estudo sobre a resposta imunitária, não sobre doença ocular.

Em 12 Beagles idosos suplementados com antioxidantes durante seis meses, as respostas eletrorretinográficas e a evolução do erro refrativo diferiram significativamente das dos controlos (J Nutr Sci. 2016;5:e18, PMID 27293555): um estudo pequeno, em cães saudáveis, ligado à indústria, e sobre a retina, não sobre a conjuntiva.

No único ensaio canino em que a nutrição mexeu com parâmetros da superfície ocular, 50 cães com olho seco imunomediado receberam uma dieta nutracêutica a par da imunossupressão habitual durante 60 dias; as melhorias na produção de lágrima e na inflamação da conjuntiva foram reais, mas o estudo teve coautoria do fabricante da dieta e tem uma errata publicada (BMC Vet Res. 2016;12(1):214, PMID 27658509).

É este todo o argumento honesto a favor de um apoio antioxidante diário: plausível, complementar, e não um tratamento. A Visão avançada para cães foi pensada para esse papel: um líquido à base de plantas, com extratos antioxidantes de bagas, açafrão-da-índia e gengibre, 29,95 € por dois frascos de 30 mL, doseado ao peso com conta-gotas em vez de uma dose fixa por mastigável. Isto conta, porque mais de metade dos cães da série de conjuntivite folicular tinha menos de 18 meses, e um cachorro não é um paciente de dose fixa. Na União Europeia, um suplemento para cães é um alimento complementar regido pelo Regulamento (CE) n.º 767/2009, que não permite alegações de tratar ou prevenir doenças: é um suplemento, não um medicamento, e não trata, cura nem previne a conjuntivite ou qualquer infeção. Se quiser comparar a categoria com base na evidência e não no marketing, leia a nossa análise do melhor suplemento para os olhos do cão.

Pure Majesty Pets em Portugal

Uma rotina simples para olhos limpos e confortáveis, depois da consulta

  • Gotas para os olhos do cão, 18,95 €: lavagem estéril de grau oftálmico, pH 7,0–7,2, sem fragrância nem álcool; remove pó, pólen e remelas secas e ajuda a acalmar a irritação do dia a dia.
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Envio grátis para Portugal (e para todo o mundo). Envio DDP: direitos e IVA já pagos, nada a pagar na entrega. Fabrico na América do Norte segundo as boas práticas de fabrico (GMP), com certificado de análise (COA) para cada lote.

A conjuntivite do cão é contagiosa?

Não da forma como a conjuntivite humana é. A conjuntivite canina, em geral, não passa para as pessoas, e a transmissão entre cães limita-se a causas infeciosas específicas, como a esgana ou certos agentes virais e parasitários, e não à conjuntivite secundária do dia a dia que a maioria dos cães apresenta. A higiene básica cobre o risco realista: lavar as mãos e não partilhar toalhas nem compressas entre animais. Se vários cães da mesma casa, canil ou hotel canino desenvolverem sinais ao mesmo tempo, esse padrão, por si só, merece ser comunicado ao médico veterinário. Sobre doenças que passam dos animais para as pessoas, a DGAV mantém uma página de referência sobre zoonoses.

Quando ir ao veterinário com um cão com conjuntivite

No próprio dia: olho semicerrado ou fechado, córnea turva ou azulada, pupila dilatada, dor evidente, alteração súbita da visão, lesão visível, ou uma raça predisposta ao glaucoma com um olho vermelho e doloroso.
Nas 24–48 horas: um só olho afetado, secreção espessa, vermelhidão a agravar-se, ou vermelhidão que não começou a melhorar ao fim de um dia.
Reavaliação: qualquer sinal ainda presente ao fim de duas semanas de tratamento, ou um terceiro episódio no mesmo ano. A recaída significa que a causa de fundo ainda não foi encontrada.

Para o quadro completo da anatomia ocular do cão e dos cuidados diários, comece pelo nosso guia de saúde ocular do cão. E se o que mais chama a atenção for a secreção, o artigo sobre a secreção verde no olho do cão explica o que a cor diz e o que não diz.

Perguntas frequentes

Quanto tempo dura a conjuntivite num cão?

Numa série de 153 cães com conjuntivite folicular, 80,6% dos olhos afetados (100 de 124) ficaram totalmente resolvidos ao fim de um mês de tratamento tópico adequado (Vet Ophthalmol, 2024). A maioria dos tutores nota uma melhoria clara na primeira ou segunda semana; sem melhoria ao fim de duas semanas, o diagnóstico deve ser revisto.

A conjuntivite do cão passa sozinha, sem tratamento?

Uma conjuntivite ligeira por irritação pode acalmar quando o irritante desaparece, mas no cão a conjuntivite é geralmente secundária a outra coisa (olho seco, conformação das pálpebras, um corpo estranho) e essas causas não se resolvem sozinhas. Um olho sem tratamento corre também o risco de a córnea ser afetada.

A conjuntivite do cão pega às pessoas?

Em geral, não. A transmissão entre cães limita-se a causas infeciosas específicas, e não à conjuntivite secundária comum. Lave as mãos e não partilhe compressas entre animais.

O que posso pôr no olho do cão com conjuntivite em casa?

Apenas soro fisiológico estéril ou uma lavagem ocular própria para cães, e impedir que o cão esfregue o olho. Nunca use colírios humanos para olhos vermelhos, que contêm descongestionantes tóxicos para os animais, nem reutilize gotas com corticoide, que só são aceitáveis quando não há úlcera da córnea.

A conjuntivite no cão é bacteriana?

Raramente como causa primária. A conjuntivite bacteriana secundária é comum, mas exige um problema de base, como olho seco, entrópio, distiquíase ou um corpo estranho. Mesmo uma secreção purulenta pode refletir uma bactéria oportunista.

Posso comprar um colírio antibiótico para o cão na farmácia em Portugal?

Os colírios com antibiótico ou corticoide são medicamentos sujeitos a receita médico-veterinária em Portugal. O caminho certo é a consulta: o médico veterinário confirma primeiro se há úlcera ou olho seco e só depois escolhe o medicamento.

Um suplemento para os olhos trata a conjuntivite do cão?

Não. Nenhum suplemento trata, cura ou previne a conjuntivite. Os suplementos antioxidantes são um apoio diário ao bem-estar de um olho saudável e acompanham o tratamento veterinário, nunca o substituem.

Fontes

  • Cerrada I, Leiva M, Vilao R, Peña T, Ríos J. "Follicular conjunctivitis in dogs: A retrospective study (2007-2022)." Veterinary Ophthalmology 2024;27(4):310-317, PMID 37850538 — PubMed
  • Merck Veterinary Manual, "The Conjunctiva in Animals" — merckvetmanual.com
  • Hewitt et al. Estudo sobre culturas bacterianas em cães com queratite ulcerativa. Frontiers in Veterinary Science 2020;7:583965 — DOI
  • MSD Veterinary Manual, "Glaucoma in Animals" — msdvetmanual.com
  • Kim HW, Chew BP, Wong TS et al. "Dietary lutein stimulates immune response in the canine." Vet Immunol Immunopathol 2000;74(3-4):315-327, PMID 10802297 — PubMed
  • Wang W, Hernandez J, Moore C et al. "Antioxidant supplementation increases retinal responses and decreases refractive error changes in dogs." J Nutr Sci 2016;5:e18, PMID 27293555 — PubMed
  • Destefanis S, Giretto D, Muscolo MC et al. "Clinical evaluation of a nutraceutical diet as an adjuvant to pharmacological treatment in dogs affected by Keratoconjunctivitis sicca." BMC Vet Res 2016;12(1):214, PMID 27658509 — PubMed
  • DGAV, Medicamentos Veterinários — dgav.pt
  • DGAV, Zoonoses (doenças transmissíveis ao Homem) — dgav.pt
  • Regulamento (UE) 2019/6, relativo aos medicamentos veterinários — EUR-Lex
  • Regulamento (CE) n.º 767/2009, colocação no mercado e utilização de alimentos para animais — EUR-Lex
  • Schallig HD, Cardoso L, Semião-Santos SJ. "Seroepidemiology of canine leishmaniosis in Évora (southern Portugal): 20-year trends." Parasites & Vectors 2013, PMID 23587181 — PMC
  • Rede Portuguesa de Aerobiologia, boletim polínico — rpaerobiologia.com
  • Toxicidade das imidazolinas (descongestionantes oculares e nasais) em animais de companhia: referência da fonte original (Pet Poison Helpline, «Imidazolines»), citada sem ligação.

Este artigo tem fins informativos e não substitui o aconselhamento do seu médico veterinário. Os suplementos Pure Majesty Pets não se destinam a diagnosticar, tratar, curar ou prevenir qualquer doença. Consulte sempre o médico veterinário sobre os olhos do seu cão, sobretudo perante qualquer alteração súbita, dor, vermelhidão ou secreção.