Se o seu cão tem mau cheiro nos lábios de baixo, a pele vermelha ao longo dos beiços ou não para de esfregar a boca com a pata, a causa é muitas vezes uma levedura presa nas pregas dos lábios: aquilo a que os médicos veterinários chamam dermatite das pregas labiais. Para o apoio diário que acompanha esses cuidados, as gotas Pure Majesty Pets de apoio ao equilíbrio das leveduras (29,95 €) são um líquido pronto a usar com ácido caprílico, vinagre de maçã e orégãos, além de ingredientes de apoio à pele e à digestão, que se mistura na comida segundo o rótulo.
Resposta rápida: os fungos nos lábios do cão são um crescimento excessivo da levedura Malassezia, muitas vezes acompanhada de bactérias, nas pregas quentes e húmidas do lábio inferior. A dermatite das pregas labiais provoca um cheiro intenso ou a mofo, vermelhidão, inchaço, baba e, por vezes, perda de pelo ao longo do lábio. É mais frequente nas raças de lábios pendentes e responde bem a duas coisas: manter as pregas limpas e secas e apoiar a pele de dentro para fora. Em Portugal, onde os banhos e o calor do verão e a humidade do inverno no litoral mantêm o focinho húmido durante boa parte do ano, estes cuidados contam a dobrar.
O que é a dermatite das pregas labiais no cão
Em muitos cães, o lábio inferior forma uma prega funda de cada lado da boca, onde se acumulam saliva, restos de comida e humidade. É o ambiente perfeito para a Malassezia pachydermatis, a mesma levedura que está por trás dos fungos nos ouvidos e nas patas. As orientações de consenso da World Association for Veterinary Dermatology descrevem estas leveduras como comensais da pele, isto é, habitantes normais, que podem comportar-se como agentes patogénicos oportunistas (Bond et al., 2020). Na prega labial, a humidade constante cria essa oportunidade: a levedura multiplica-se, muitas vezes ao lado de bactérias, e a pele inflama e começa a cheirar mal.
A literatura veterinária usa vários nomes para o mesmo quadro: dermatite das pregas labiais, intertrigo labial ou piodermite das pregas labiais, quando as bactérias dominam. Na prática, é uma versão localizada do problema mais geral que explicamos no guia sobre fungos no cão (Malassezia). A boa notícia é que, por ser localizada, costuma responder bem quando se corrige o que mantém a prega húmida.
Sinais de fungos nos lábios do cão
- Um cheiro intenso ou a mofo na zona da boca, diferente do vulgar «hálito de cão», que não vem dos dentes.
- Pregas do lábio inferior vermelhas, inchadas ou húmidas, por vezes com uma secreção acastanhada ou gordurosa.
- Baba, a pata levada à boca vezes sem conta ou o hábito de esfregar a cara no sofá, nos móveis e no tapete.
- Perda de pelo, crostas ou pele escurecida ao longo do lábio, nos casos crónicos.
- Desconforto ao comer ou quando lhe tocam à volta da boca.
Se encontrar sinais parecidos noutras zonas do corpo, compare-os com a lista completa de sintomas de fungos no cão, organizada por zona.
Cheiro dos lábios ou dos dentes? Uma verificação simples em casa
Muitos donos confundem os dois cheiros, e a distinção muda o que deve fazer. Com o cão calmo e boa luz, levante com cuidado o lábio inferior de cada lado e observe a prega: pele rosada e seca é normal; pele vermelha, molhada, com resíduos castanhos ou gordurosos e cheiro forte aponta para dermatite das pregas labiais. A seguir, olhe para os dentes e as gengivas: tártaro acastanhado, gengivas vermelhas junto ao dente ou um cheiro que sai claramente da boca apontam para um problema dentário. Os dois podem existir ao mesmo tempo, e é frequente que assim seja. Se o cheiro vier dos dentes, o nosso artigo sobre mau hálito no cão explica as causas e os sinais de alarme. Se o cão reagir com dor quando lhe toca, não insista: é uma informação útil para o médico veterinário.
Que cães têm mais dermatite das pregas labiais
O risco é maior nas raças de lábios pendentes e com pregas profundas no lábio inferior: os Spaniels (sobretudo o Cocker Spaniel e o Springer Spaniel), o São Bernardo, os Bulldogs, o Terra-Nova e outros cães que babam muito. Os cães com alergias, com doença dentária ou com restos de comida que ficam presos nas pregas são também mais suscetíveis.
Há um pormenor curioso para quem tem uma raça portuguesa. Os padrões oficiais da FCI, que o Clube Português de Canicultura aplica em Portugal, descrevem, nas nossas raças de guarda, lábios bem definidos e sem beiços caídos: o padrão do Cão da Serra da Estrela descreve lábios bem desenvolvidos, mas não grossos e não pendentes; o do Cão de Castro Laboreiro, lábios nem carnudos nem pendentes; o do Rafeiro do Alentejo, lábios sobrepostos, bem recortados e de espessura média. Um cão destas raças que, ainda assim, tenha pregas labiais fundas e sempre húmidas merece a mesma vigilância que um Cocker. E nos muitos cães sem raça definida que vivem em Portugal, o que conta não é o pedigree, é a forma do lábio: se as pregas ficam molhadas depois de beber ou de comer, o seu cão está no grupo de risco.
Causas dos fungos nas pregas labiais do cão
- Humidade presa nas pregas profundas do lábio: o principal motor do problema.
- Alergias, ambientais ou alimentares, que inflamam a pele e abrem a porta às leveduras. A própria Malassezia é capaz de induzir respostas imunitárias e doença de pele, como revê o trabalho de Chen e Hill (2005), o que ajuda a explicar porque é que os cães alérgicos sofrem mais com ela.
- Doença dentária ou restos de comida, que alteram o ambiente local: o tártaro, a gengivite e a baba abundante mantêm a prega suja e húmida.
- Um eixo intestino–pele desequilibrado, que pode tornar as leveduras mais difíceis de manter sob controlo. Uma revisão de 2016 descreve ligações estreitas entre a microbiota intestinal e vários fatores envolvidos na dermatite atópica, em pessoas e em cães (Craig, 2016); a ligação direta às leveduras está menos estudada. Explicamos o que se sabe no artigo sobre probióticos para cães com fungos.
Calor, praia e humidade: o clima português e as pregas labiais
A Malassezia gosta de calor e de humidade, e Portugal oferece as duas coisas em alturas diferentes do ano. No verão, os dias quentes fazem os cães arfar e babar mais, e os banhos de mar, de rio ou de piscina deixam o focinho molhado durante horas, sobretudo nos cães de beiços pendentes que passam a tarde a beber água. No outono e no inverno, a humidade do litoral, do Minho a Lisboa, faz com que nada seque depressa, nem a pele nem as toalhas. Na primavera, os pólenes reacendem a comichão dos cães alérgicos e, com ela, o hábito de esfregar a cara. Três gestos simples fazem diferença: secar a boca e as pregas com uma toalha depois da praia ou do rio; deixar uma toalha junto à taça da água para os cães que babam muito; e não deixar o cão adormecer com o focinho molhado encostado à cama.
Como o veterinário diagnostica a dermatite labial
O médico veterinário examina as pregas dos lábios e, na maioria dos casos, recolhe uma amostra para citologia: encosta uma fita-cola ou uma zaragatoa à pele e observa-a ao microscópio para confirmar as leveduras e ver se há bactérias. É um exame rápido, feito na própria consulta. Vai também avaliar os dentes e as gengivas e, nos casos teimosos ou invulgares, excluir outras doenças que afetam os lábios e o focinho, como as doenças autoimunes da pele ou, mais raramente, nódulos e tumores. Acertar no diagnóstico é importante, porque os lábios são uma zona sensível e porque um tratamento escolhido às cegas só atrasa a solução.
Em Portugal: leishmaniose e processionária também atingem os lábios
Há duas situações que pesam mais no nosso país e que convém distinguir de uma simples dermatite das pregas labiais:
- Leishmaniose. É endémica em grande parte do território, do Douro e de Trás-os-Montes ao Algarve, passando por Lisboa e Vale do Tejo e pelo Alentejo; um estudo de vinte anos em Évora documenta a sua presença persistente no sul (Schallig, Cardoso e Semião-Santos, 2013). As orientações LeishVet incluem, entre as lesões de pele da doença, úlceras nas junções mucocutâneas e no nariz e nódulos na orla do focinho (Solano-Gallego et al., 2011). Uma ferida nos lábios que não cicatriza, sobretudo num cão que também emagrece, descama ou tem as unhas anormalmente compridas, justifica um teste à leishmaniose antes de qualquer tratamento para fungos.
- Processionária do pinheiro. Entre janeiro e abril, sobretudo perto de pinhais, um cão que fareja ou lambe as lagartas pode ter uma reação súbita, com inchaço e dor nos lábios e na língua e baba abundante. Não é dermatite das pregas labiais nem se resolve em casa: contacte de imediato o seu médico veterinário ou um hospital veterinário com urgência 24 horas. O ICNF explica o ciclo desta lagarta.
Tratamento da dermatite das pregas labiais e cuidados diários
O plano assenta em duas ideias: secar as pregas e travar o crescimento excessivo das leveduras. As orientações de consenso da WAVD concluem que há vários tratamentos tópicos e sistémicos eficazes contra a dermatite por Malassezia, sobretudo quando os fatores predisponentes são identificados e corrigidos (Bond et al., 2020). Numa prega labial, o fator predisponente é quase sempre a humidade, e é por aí que se começa.
Limpar e secar as pregas dos lábios, passo a passo
- Use um toalhete ou uma solução de limpeza recomendada pelo seu médico veterinário e adequada à pele com fungos, muitas vezes à base de clorexidina em baixa concentração.
- Abra a prega com os dedos e limpe-a com suavidade, de dentro para fora, sem esfregar a pele inflamada.
- Seque muito bem com uma compressa ou uma toalha limpa: a secagem é tão importante como a limpeza.
- Repita uma a duas vezes por dia durante uma crise e, depois, sempre que a prega ficar suja ou molhada, por exemplo a seguir às refeições.
- Mantenha a zona livre de restos de comida e, se for preciso, apare o pelo comprido à volta dos lábios para a pele arejar.
A clorexidina é bem tolerada pela maioria dos cães, mas não foi feita para ser engolida em quantidade e não deve tocar nos olhos; o nosso guia da clorexidina para cães explica as formas, as concentrações e os cuidados a ter. Peça ao seu médico veterinário que lhe indique um produto concreto; encontra-os nas clínicas veterinárias e nas lojas de animais, físicas ou online.
Medicamentos para fungos nos lábios: o que exige receita em Portugal
Quando a limpeza não chega, o médico veterinário pode receitar um antifúngico ou um antibacteriano. Uma revisão sistemática das intervenções contra a dermatite por Malassezia no cão só conseguiu recomendar com boa evidência um tratamento tópico, o champô com nitrato de miconazol a 2% e clorexidina a 2%, duas vezes por semana durante três semanas, e, com evidência razoável, dois antifúngicos orais, o cetoconazol e o itraconazol (Negre, Bensignor e Guillot, 2009). Em Portugal, um champô com esta combinação, o Malaseb, está autorizado como medicamento veterinário sujeito a receita, segundo a base de dados europeia de medicamentos veterinários. Os antifúngicos orais e os antibióticos são igualmente medicamentos sujeitos a receita médico-veterinária, ao abrigo do Regulamento (UE) 2019/6, e a DGAV é a autoridade que os autoriza e controla no país. Não use cremes antifúngicos ou antibióticos de uso humano nos lábios do cão: ele vai lambê-los, e a escolha do produto e da dose cabe ao seu médico veterinário.
Apoio de dentro para fora
Por fora, limpa-se e seca-se; por dentro, apoia-se a barreira cutânea e o equilíbrio intestinal que ajudam a manter as leveduras sob controlo. As nossas gotas de apoio ao equilíbrio das leveduras (29,95 €) são uma fórmula líquida que atua em vários eixos, concebida para apoiar as defesas naturais do cão perante o crescimento excessivo das leveduras: juntam ácido caprílico (MCT C8), orégãos padronizados em carvacrol, berberina, pau-d'arco e um pós-biótico de Saccharomyces boulardii, a que se somam MSM, quercetina, óleo de salmão e zinco para a pele, num total de 19 ingredientes com a dose de cada um publicada. São de uso exclusivamente oral: misturam-se na comida e nunca se aplicam sobre a prega do lábio nem sobre pele irritada. Complementam os cuidados veterinários e não substituem o tratamento de uma infeção ativa.
Se a comichão de fundo for alérgica, os mastigáveis para pele sensível e comichão (45,95 €) juntam óleos de salmão, sardinha, chia e borragem, quercetina, fitoceramidas, biotina e zinco para apoiar a barreira cutânea. E se o tártaro e a baba estão a sujar a prega, o pó dentário para cães (44,95 €) polvilha-se sobre a comida uma vez por dia e combina 12 ingredientes identificados, entre eles a alga Ascophyllum nodosum, hidroxiapatite e um sistema enzimático GOX/LPO, para apoiar o controlo da placa e do mau hálito sem escova; não dispensa uma destartarização quando o médico veterinário a recomenda.
Muitos donos combinam este apoio com uma alimentação com menos amido. A evidência direta nos fungos é limitada, e qualquer mudança de ração deve ser falada com o médico veterinário, sobretudo se houver suspeita de alergia alimentar, caso em que a ferramenta certa é uma dieta de eliminação. Para perceber como evolui uma crise de pele enquanto sara, veja o nosso guia fungos na pele do cão em fotos e, para o apoio ao organismo inteiro, conheça a gama completa de suplementos naturais Pure Majesty Pets.
Precauções antes de dar um suplemento com plantas. Fale com o seu médico veterinário se o seu cão toma medicamentos (a berberina pode alterar o metabolismo de outros fármacos, e o pau-d'arco não combina com anticoagulantes nem com uma cirurgia marcada), se tem uma doença conhecida, ou se for uma cadela gestante ou a amamentar. Na União Europeia, o Regulamento (CE) n.º 767/2009 não permite que um alimento para animais, incluindo os suplementos, se apresente como tratamento de uma doença: é por isso que um suplemento sério fala de apoio, e não de tratamento.
Quando as pregas são demasiado fundas: a queiloplastia
Nos cães com pregas tão profundas que continuam molhadas apesar de todos os cuidados, o médico veterinário pode propor uma pequena correção cirúrgica, a queiloplastia, que remodela o lábio para que a prega deixe de reter saliva. É uma opção reservada aos casos graves e crónicos; muitos cães ficam bem controlados com limpeza, alimentação e apoio de dentro para fora.
Pure Majesty Pets em Portugal
Pregas labiais mais calmas: apoio diário de dentro para fora
- Gotas de apoio ao equilíbrio das leveduras, 29,95 €: 19 ingredientes com doses publicadas, incluindo ácido caprílico C8, orégãos, pós-biótico de S. boulardii, zinco e óleo de salmão, para apoiar o equilíbrio natural das leveduras e ajudar a manter o conforto da pele. O nosso apoio mais direcionado para cães com tendência para fungos.
- Mastigáveis para pele sensível e comichão, 45,95 €: ómega-3, quercetina e fitoceramidas para a barreira cutânea de cães alérgicos.
- Pó dentário para cães, 44,95 €: 12 ingredientes identificados, sem escova, para bocas onde o tártaro e a baba sujam as pregas.
Envio grátis para Portugal (e para todo o mundo). Envio DDP: direitos e IVA já pagos, nada a pagar na entrega. Fabrico na América do Norte segundo as boas práticas de fabrico (GMP), com certificado de análise (COA) para cada lote.
Quando levar o cão ao veterinário
Marque consulta se os lábios estiverem muito vermelhos, dolorosos, com úlceras ou a sangrar, se o cão deixar de comer ou se o problema voltar apesar de uma limpeza cuidadosa. A dermatite das pregas labiais recorrente precisa muitas vezes de um médico veterinário para controlar a alergia de fundo ou corrigir a conformação da prega. E se os lábios e a língua incharem de repente, se o cão começar a babar muito de um momento para o outro ou se tiver dificuldade em respirar, contacte de imediato o seu médico veterinário ou um hospital veterinário com urgência 24 horas.
Perguntas frequentes
Porque é que os lábios do meu cão cheiram tão mal?
Um cheiro forte que vem do lábio inferior e não dos dentes significa, na maioria das vezes, que leveduras e bactérias estão a crescer em excesso nas pregas labiais. O médico veterinário confirma-o com uma citologia rápida, feita na consulta.
Posso tratar os fungos nos lábios do cão em casa?
Os casos ligeiros melhoram muitas vezes com limpeza diária das pregas, secagem cuidadosa e apoio de dentro para fora. Os casos dolorosos, com úlceras ou que voltam sempre precisam de cuidados veterinários, e em Portugal os antifúngicos e os antibióticos são medicamentos sujeitos a receita.
A dermatite das pregas labiais passa sozinha?
Raramente. Como a prega continua a reter humidade, o problema tende a persistir ou a voltar até que se controle o ambiente da prega e qualquer alergia de fundo.
Posso pôr vinagre de maçã ou óleo de coco nos lábios do cão?
Não é boa ideia sobre pele inflamada: o vinagre pode arder numa prega em ferida, e o cão acaba por lamber tudo o que lá puser. O óleo de coco é gorduroso e deixa a prega abafada, e a Malassezia é uma levedura lipofílica, que gosta de gordura. Use apenas a solução de limpeza indicada pelo seu médico veterinário e seque bem.
O meu cão precisa de cirurgia?
Só nos casos graves e crónicos em que as pregas profundas não conseguem ser mantidas secas. Muitos cães ficam bem controlados com limpeza, alimentação adequada e apoio de dentro para fora; a queiloplastia é uma decisão a tomar com o seu médico veterinário.
Em Portugal, uma ferida nos lábios do cão que não sara pode ser leishmaniose?
Pode. A leishmaniose é endémica em grande parte do país e as orientações LeishVet incluem, entre as lesões de pele possíveis, úlceras nas junções mucocutâneas, onde a pele encontra a mucosa, como nos lábios. Uma ferida no lábio que não cicatriza, sobretudo com perda de peso, descamação ou unhas compridas, justifica um teste à leishmaniose pedido pelo seu médico veterinário.
Fontes
- Bond R, Morris DO, Guillot J, et al. Biology, diagnosis and treatment of Malassezia dermatitis in dogs and cats: Clinical Consensus Guidelines of the World Association for Veterinary Dermatology. Vet Dermatol. 2020;31(1):28-74. PMID 31957204 — PubMed
- Chen TA, Hill PB. The biology of Malassezia organisms and their ability to induce immune responses and skin disease. Vet Dermatol. 2005;16(1):4-26. PMID 15725101 — PubMed
- Negre A, Bensignor E, Guillot J. Evidence-based veterinary dermatology: a systematic review of interventions for Malassezia dermatitis in dogs. Vet Dermatol. 2009;20(1):1-12. PMID 19152584 — PubMed
- Craig JM. Atopic dermatitis and the intestinal microbiota in humans and dogs. Vet Med Sci. 2016;2(2):95-105. PMID 29067183 — PMC
- Solano-Gallego L, Miró G, Koutinas A, et al. LeishVet guidelines for the practical management of canine leishmaniosis. Parasites & Vectors. 2011;4:86. PMID 21599936 — PMC
- Schallig HD, Cardoso L, Semião-Santos SJ. Seroepidemiology of canine leishmaniosis in Évora (southern Portugal): 20-year trends. Parasites & Vectors. 2013. PMID 23587181 — PMC
- FCI-Standard N.º 173, Cão da Serra da Estrela — fci.be
- FCI-Standard N.º 170, Cão de Castro Laboreiro — fci.be
- FCI-Standard N.º 96, Rafeiro do Alentejo — fci.be
- Union Product Database (medicamentos veterinários da UE), champô Malaseb (miconazol e clorexidina) — medicines.health.europa.eu
- DGAV — Medicamentos veterinários — dgav.pt
- Regulamento (UE) 2019/6, relativo aos medicamentos veterinários — EUR-Lex
- Regulamento (CE) n.º 767/2009, relativo à colocação no mercado e à utilização de alimentos para animais — EUR-Lex
- ICNF — Processionária do pinheiro — icnf.pt
Este artigo destina-se a informação geral e não substitui o aconselhamento do seu médico veterinário. Consulte-o sempre para o diagnóstico e o tratamento, sobretudo quando o problema está na boca do seu cão.