A colite em cães é a inflamação do intestino grosso (o cólon) e costuma anunciar-se sempre da mesma maneira: fezes pequenas, frequentes e urgentes, muitas vezes com sangue vermelho vivo ou uma camada de muco com aspeto de gelatina, e um cão que continua a fazer força muito depois de as fezes terem saído. A maioria dos casos agudos acalma em poucos dias com repouso digestivo, uma mudança temporária de alimentação e apoio à flora intestinal. A colite crónica ou recorrente é outra conversa: exige uma investigação veterinária, e não mais uma ronda de remédios caseiros. Em Portugal, onde a leishmaniose é endémica em boa parte do território, essa investigação tem até uma causa a mais para considerar, como explicamos adiante.
Colite ou diarreia comum? Como reconhecer a diarreia do intestino grosso
A distinção importa porque muda o que ajuda. A diarreia do intestino delgado produz grandes volumes, menos idas à rua e, por vezes, perda de peso ou vómitos. A diarreia do intestino grosso, com origem no cólon, produz o padrão inverso.
| Sinal | Intestino grosso (colite) | Intestino delgado |
|---|---|---|
| Volume das fezes | Pequeno, repetido | Grande, menos vezes |
| Frequência | Frequentemente 4 a 10 ou mais por dia | 2 a 4 vezes por dia |
| Sangue vivo | Frequente | Pouco frequente |
| Muco | Frequente | Raro |
| Esforço e urgência | Marcados | Mínimos |
| Perda de peso | Invulgar nos casos agudos | Mais provável |
Na prática, quem vive com um cão com colite descreve quase sempre a mesma cena: o cão pede para sair de hora a hora, agacha-se várias vezes no mesmo passeio, faz força e deixa apenas uma pequena quantidade de fezes moles, por vezes só muco. Muitos donos confundem este esforço com prisão de ventre. Se não tiver a certeza do padrão que está a ver, o nosso guia sobre o probiótico para cães com diarreia explica os dois.
Causas da colite em cães: alimentação, stress, parasitas e antibióticos
A colite aguda é desencadeada, na maioria das vezes, por um destes fatores:
- Indiscrição alimentar. O caixote do lixo assaltado, uma mudança brusca de ração ou restos de comida ricos em gordura: a pele do frango assado, os restos do churrasco de domingo, as sardinhas dos Santos Populares.
- Stress. Uma estadia num hotel canino durante as férias, uma viagem longa de carro ou as noites de foguetes e fogo de artifício das festas de verão e da passagem de ano.
- Parasitas, sobretudo os tricurídeos (Trichuris vulpis) e a Giardia, comuns em cachorros e em locais com muitos cães, como canis, abrigos e parques caninos.
- Um tratamento recente com antibióticos, que altera a flora do cólon (voltamos a este ponto mais abaixo).
A colite crónica pode envolver uma doença intestinal que responde à mudança de dieta (intolerância ou alergia alimentar), uma enteropatia inflamatória crónica ou, nos Boxers e nos Bulldogs Franceses, a colite granulomatosa, associada de forma causal a estirpes invasivas de Escherichia coli. Uma equipa da Universidade Cornell caracterizou estas bactérias em pormenor: são estirpes diversas, semelhantes às E. coli patogénicas extraintestinais, capazes de se multiplicar dentro dos macrófagos de cães suscetíveis (Dogan et al., Antibiotics, 2020, PMID 32854367). É uma doença específica, que responde a antibióticos escolhidos pelo veterinário, e um bom lembrete de que «colite» é uma descrição, não um diagnóstico.
Colite crónica em Portugal: não esquecer a leishmaniose
Num país onde a leishmaniose canina é endémica, do Douro e Trás-os-Montes ao Algarve, passando por Lisboa e Vale do Tejo e pelo Alentejo, há uma causa de colite crónica que os guias genéricos sobre o tema raramente mencionam. A Leishmania infantum, transmitida pela picada de flebótomos, não atinge apenas a pele, os rins e os gânglios: também se pode instalar na parede do cólon.
- Num estudo prospetivo com 31 cães com leishmaniose sintomática, mas sem sinais evidentes de colite, a colonoscopia revelou lesões na mucosa do cólon em 25,8 % dos animais, e o parasita foi detetado nas biópsias de 32,3 %. Os autores concluíram que a leishmaniose deve constar da lista de causas a investigar na colite crónica ou recorrente do cão (Adamama-Moraitou et al., 2007, PMID 17255229).
- Numa região mediterrânica onde a doença também é endémica, a análise de 69 biópsias do cólon de cães com colite encontrou antigénio de Leishmania em 5 (7,2 %). Os autores recomendam pesquisar o parasita por rotina nas biópsias do cólon de cães de zonas endémicas (Casanova et al., 2019, PMID 30898292).
Em Portugal, os três inquéritos realizados ao longo de vinte anos no concelho de Évora mostram a dimensão do problema: consoante o ano, entre 3,9 % e 9,4 % dos cães testados tinham anticorpos contra Leishmania, e só uma pequena percentagem (0,8 % a 2,0 %) mostrava sinais evidentes de doença. Uma grande parte dos cães seropositivos parecia, portanto, saudável (Schallig, Cardoso e Semião-Santos, 2013). Se o seu cão vive ou passa férias numa zona endémica e tem uma colite que volta sempre, peça ao veterinário que considere um teste de leishmaniose antes de arrumar o caso como «intestino sensível». O ESCCAP, o conselho científico europeu sobre parasitas dos animais de companhia, publica recomendações sobre a leishmaniose e os parasitas intestinais, e a DGAV reúne informação sobre as zoonoses, as doenças transmissíveis ao ser humano, entre as quais está a leishmaniose.
Metronidazol na colite do cão: o problema dos antibióticos
O metronidazol continua a ser receitado quase por reflexo para fezes moles, e tem um custo. Num estudo com 24 cães de companhia saudáveis divididos em três grupos, os que receberam metronidazol durante 14 dias (sozinho ou depois de uma dieta de proteína hidrolisada) tiveram uma redução da riqueza da flora intestinal, uma subida do índice de disbiose, mais lactato nas fezes e menos ácidos biliares secundários (ácido desoxicólico e ácido litocólico). A riqueza da flora e algumas bactérias-chave, como as Fusobacteria, ainda não tinham recuperado por completo quatro semanas depois de parar o medicamento, e os autores defendem uma abordagem prudente à prescrição de metronidazol no cão (Pilla et al., J Vet Intern Med, 2020, PMID 32856349).
Os ácidos biliares secundários não são um pormenor técnico. São produzidos pelas próprias bactérias do intestino: a revisão de Ziese e Suchodolski destaca o papel de Clostridium hiranonis, uma bactéria benéfica do intestino do cão que converte os ácidos biliares primários em secundários (Vet Clin North Am Small Anim Pract, 2021, PMID 33131916). Estes ácidos biliares secundários fazem parte das defesas do próprio cólon contra o crescimento excessivo de Clostridioides difficile, e é por isso que a sua perda conta.
Nada disto significa recusar uma receita. Significa que um antibiótico precisa de uma razão e que o microbioma merece apoio depois. Em Portugal, como em toda a União Europeia, o Regulamento (UE) 2019/6 classifica os medicamentos veterinários antimicrobianos como sujeitos a receita médico-veterinária e determina que não sejam usados por rotina; a DGAV é a autoridade que autoriza e controla os medicamentos veterinários no nosso país. Guardar os comprimidos que sobraram da última crise para «resolver» a seguinte é exatamente o que este quadro procura evitar. Explicamos a janela de recuperação no artigo sobre disbiose no cão.
O que a investigação apoia realmente: probióticos e fibra na colite canina
Aqui convém ter cuidado com as promessas. Não existe nenhum grande ensaio clínico de probióticos em cães de companhia com colite especificamente. A investigação atual não prova de forma sólida que algum probiótico resolva a colite. O que existe são estudos em problemas vizinhos, e razoavelmente encorajadores:
- Recuperação mais rápida da gastroenterite aguda. Num ensaio aleatorizado e duplamente cego com 36 cães com diarreia aguda, com ou sem vómitos, o tempo médio até às últimas fezes anormais foi de 1,3 dias no grupo do probiótico, contra 2,2 dias no grupo placebo. A mistura testada juntava cinco estirpes (Lactobacillus acidophilus termoestabilizado, Pediococcus acidilactici, Bacillus subtilis, Bacillus licheniformis e Lactobacillus farciminis), e o tempo até ao último vómito foi praticamente igual nos dois grupos (Herstad et al., J Small Anim Pract, 2010, PMID 20137007).
- Doença inflamatória intestinal crónica. Vinte cães com doença inflamatória intestinal idiopática receberam um probiótico multiestirpe (VSL#3) ou prednisona com metronidazol. Os dois grupos melhoraram nos índices clínicos e histológicos; só o grupo do probiótico mostrou um aumento dos marcadores de células T reguladoras FoxP3+ e uma recuperação de Faecalibacterium (Rossi et al., PLoS One, 2014, PMID 24722235). Estudo pequeno e aberto, e os próprios autores pedem ensaios maiores: sugestivo, não definitivo.
- Fibra. Num estudo aleatorizado com cães de abrigo com diarreia aguda do intestino grosso, todos os cães alimentados com uma dieta rica em fontes mistas de fibra solúvel e insolúvel (11 em 11) tinham uma pontuação fecal inferior a 5 no dia da adoção ou ao 9.º dia, contra 6 em 11 com uma dieta de fibra habitual; dos 52 cães incluídos, 11 por dieta completaram o protocolo (Lappin et al., J Vet Intern Med, 2022, PMID 35174561; estudo com patrocínio de um fabricante de alimentos para animais). A fibra fermentável é transformada pelas bactérias do cólon em ácidos gordos de cadeia curta, que alimentam diretamente os colonócitos, as células do cólon. É por isso que os ácidos gordos de cadeia curta no cão são centrais para a saúde do cólon.
O fio condutor da literatura sobre o microbioma canino é a perda das bactérias comensais benéficas, como as Lachnospiraceae, as Ruminococcaceae e Faecalibacterium, nas doenças intestinais agudas e crónicas, ligada a alterações de metabolitos bacterianos imunomoduladores, como os ácidos gordos de cadeia curta e os ácidos biliares secundários (Suchodolski, Vet J, 2016, PMID 27160005).
Probiótico durante uma crise de colite: porque o formato conta
Esta é a parte prática que a maioria dos artigos salta. Um cão em plena crise de colite está muitas vezes em jejum, sem apetite ou numa dieta branda rigorosa, e é exatamente nessa altura que um suplemento mastigável se torna difícil de dar. Os mastigáveis são ótimos para a manutenção diária de um cão saudável; simplesmente pressupõem apetite e uma alimentação normal. Durante uma crise, muitas vezes não tem nem uma coisa nem outra.
O mesmo vale, em parte, para os pós em saqueta. Em Portugal, o probiótico mais conhecido nas clínicas veterinárias e nas lojas de animais é o Purina Pro Plan FortiFlora: uma estirpe única (Enterococcus faecium SF68) em saquetas de pó para polvilhar sobre a comida. É uma opção conhecida e estudada, mas, como qualquer pó, depende de o cão comer a refeição onde foi polvilhado.
As gotas líquidas contornam o problema. Misturam-se numa colher de sopa da dieta branda que o cão ainda aceita, a porção mede-se com uma pipeta graduada em vez de ficar presa ao tamanho fixo de um mastigável, e não trazem o amido nem os ligantes de que um mastigável precisa para ganhar forma, num intestino que convém manter o mais tranquilo possível. Para a comparação completa, veja o nosso guia probiótico líquido, em pó ou mastigável.
O nosso probiótico líquido 3 em 1 para cães (31,95 €) foi pensado para essa realidade: um formato líquido para cães que comem mal e uma fórmula 3 em 1, em vez de bactérias isoladas. Junta culturas vivas (a levedura probiótica Saccharomyces boulardii e duas bactérias formadoras de esporos, Bacillus coagulans e Bacillus subtilis), MOS prebióticos e componentes de levedura inativada, que fornecem também beta-glucanos. A isto acrescenta-se tributirina, uma fonte separada de butirato, o ácido gordo de cadeia curta que os colonócitos usam como principal combustível. O componente prebiótico é precisamente a parte que muitos produtos de estirpe única deixam de fora, e é nessa direção (alimentar as bactérias e o cólon, e não apenas acrescentar bactérias) que a investigação sobre fibra e ácidos gordos de cadeia curta continua a apontar. Tudo vem num frasco de 60 mL, numa suspensão em óleo MCT, sem água.
Plano de 10 dias para uma crise aguda de colite no cão
Este plano aplica-se a um cão adulto, saudável no resto, com sinais típicos de colite aguda e sem nenhum dos sinais de alarme da secção seguinte. Em caso de dúvida, fale primeiro com o seu médico veterinário.
- Dias 1–2. Retire a comida durante 8 a 12 horas num cão adulto saudável (nunca em cachorros, em raças miniatura como o Chihuahua ou o Yorkshire Terrier, nem em cães diabéticos). Mantenha sempre água fresca disponível; nos dias quentes do verão português, a desidratação instala-se mais depressa. Comece o probiótico, por exemplo o nosso probiótico líquido para cães, misturado na primeira pequena refeição branda.
- Dias 2–4. Refeições brandas pequenas e frequentes, por exemplo frango cozido sem pele e arroz branco bem cozido, sem sal, gordura nem temperos. O nosso guia de dieta branda para cães explica proporções e porções.
- Dias 4–7. Volte a misturar a comida habitual, cerca de 25 % a mais em cada dia. Conte com fezes a firmar aos poucos, não de um dia para o outro: os dados de Herstad sugerem uma diferença de cerca de um dia, não um milagre.
- Dias 7–10. Alimentação normal por completo. Mantenha o probiótico pelo menos mais duas semanas: a recolonização da flora vai atrás dos sintomas visíveis.
Durante todo o plano, observe as fezes e o comportamento. Um cão com uma colite simples continua alerta, bebe água e mostra interesse pela comida. Se isso mudar, o plano termina e começa a consulta.
Quando parar os cuidados em casa e ir ao veterinário
Marque consulta no próprio dia se notar:
- diarreia com sangue acompanhada de vómitos, apatia ou gengivas pálidas;
- qualquer diarreia num cachorro, num cão idoso ou numa raça miniatura;
- mais de 48 horas sem melhoria;
- sinais de desidratação (gengivas secas e pegajosas, olhos encovados, pele que demora a voltar ao lugar quando é levantada), sobretudo nos dias de calor;
- abdómen doloroso ou distendido;
- um Boxer ou um Bulldog Francês com fezes crónicas com sangue e muco: este padrão de raça merece uma investigação a sério, e não um suplemento.
Se o cão colapsar, vomitar repetidamente ou ficar muito fraco, contacte de imediato o seu médico veterinário ou um hospital veterinário com urgência 24 horas.
A colite recorrente justifica também uma análise às fezes para tricurídeos e Giardia, porque nenhum probiótico vence um parasita. Como a Giardia não aparece em todas as amostras, o veterinário pode pedir fezes recolhidas em vários dias. E, numa zona endémica de leishmaniose, junte à lista o teste de leishmaniose.
Erros comuns na colite do cão
- Tratar cada crise com os antibióticos que sobraram da anterior. Além do impacto na flora, são medicamentos sujeitos a receita.
- Parar o probiótico no dia em que as fezes parecem normais.
- Usar cápsulas de probióticos humanos da farmácia: as estirpes foram selecionadas para o cólon humano, não para o do cão. Um probiótico formulado para cães, como o probiótico líquido 3 em 1 da Pure Majesty Pets, poupa-lhe essa dúvida.
- Confundir o esforço da colite com prisão de ventre e dar laxantes ou óleos sem falar com o veterinário.
- Mudar de ração várias vezes seguidas «para ver se melhora»: cada mudança brusca é, ela própria, um gatilho de colite.
Pure Majesty Pets em Portugal
Apoio intestinal para os dias difíceis, e para as semanas seguintes
- Probiótico líquido 3 em 1 para cães, 31,95 €: três culturas vivas (S. boulardii, B. coagulans e B. subtilis), MOS prebióticos e beta-glucanos de levedura, e tributirina como fonte de butirato, para apoiar fezes mais firmes e o equilíbrio da flora intestinal. Frasco de 60 mL com pipeta graduada: mistura-se numa colher da dieta branda, mesmo quando o cão come pouco. O formato mais prático para os dias em que um mastigável fica no prato.
Envio grátis para Portugal (e para todo o mundo). Envio DDP: direitos e IVA já pagos, nada a pagar na entrega. Fabrico na América do Norte segundo as boas práticas de fabrico (GMP), com certificado de análise (COA) para cada lote.
Perguntas frequentes
Quanto tempo dura a colite num cão?
A colite aguda melhora normalmente em 2 a 5 dias com gestão da alimentação e apoio digestivo. Se não houver uma melhoria clara em 48 horas, ou se os sintomas voltarem passadas algumas semanas, trate-a como crónica e consulte o seu médico veterinário.
Posso dar um probiótico enquanto o meu cão toma antibiótico?
É uma prática comum: normalmente dá-se o probiótico com algumas horas de intervalo em relação à dose de antibiótico e mantém-se durante várias semanas depois do fim do tratamento. Pergunte ao seu veterinário qual o melhor horário para o medicamento concreto que foi receitado.
Sangue nas fezes do cão é uma urgência?
Uma pequena quantidade de sangue vermelho vivo ou de muco num cão que continua animado e a comer é típica da colite. Sangue acompanhado de vómitos, fraqueza, gengivas pálidas ou colapso é uma urgência: contacte de imediato o seu médico veterinário ou um hospital veterinário com urgência 24 horas.
Os probióticos tratam a colite do cão?
Não. Podem apoiar a recuperação e ajudar a manter o equilíbrio normal da flora intestinal, e os ensaios caninos em problemas relacionados são encorajadores, mas não há provas de que algum probiótico resolva a colite. Na União Europeia, aliás, a rotulagem de um alimento ou suplemento para animais não pode apresentá-lo como tratamento de uma doença (Regulamento (CE) n.º 767/2009).
A leishmaniose pode causar colite no cão?
Pode. Estudos em zonas endémicas encontraram o parasita na mucosa do cólon de cães com leishmaniose e numa parte das biópsias de cães com colite crónica. Como a doença é endémica em grande parte de Portugal, uma colite que volta sempre justifica pedir ao veterinário um teste de leishmaniose.
O metronidazol precisa de receita em Portugal?
Sim. Os antibióticos para animais são medicamentos sujeitos a receita médico-veterinária em Portugal e em toda a União Europeia, nos termos do Regulamento (UE) 2019/6. Não dê ao seu cão antibióticos guardados de outro tratamento nem medicamentos de uso humano por iniciativa própria.
Onde comprar um probiótico para cães em Portugal?
Nas clínicas veterinárias, nas lojas de animais e em lojas online como a zooplus.pt ou a Kiwoko encontra probióticos em pó, em pasta e mastigáveis de várias marcas. O probiótico líquido 3 em 1 da Pure Majesty Pets compra-se diretamente na nossa loja, com envio grátis para Portugal e envio DDP: direitos e IVA já pagos, nada a pagar na entrega.
Fontes
- Suchodolski JS. Diagnosis and interpretation of intestinal dysbiosis in dogs and cats. The Veterinary Journal, 2016. PMID 27160005
- Herstad HK et al. Effects of a probiotic intervention in acute canine gastroenteritis — a controlled clinical trial. J Small Anim Pract, 2010. PMID 20137007
- Rossi G et al. Comparison of microbiological, histological, and immunomodulatory parameters in response to treatment with either combination therapy with prednisone and metronidazole or probiotic VSL#3 strains in dogs with idiopathic inflammatory bowel disease. PLoS One, 2014. PMID 24722235
- Pilla R et al. Effects of metronidazole on the fecal microbiome and metabolome in healthy dogs. J Vet Intern Med, 2020. PMID 32856349
- Ziese AL, Suchodolski JS. Impact of changes in gastrointestinal microbiota in canine and feline digestive diseases. Vet Clin North Am Small Anim Pract, 2021. PMID 33131916
- Lappin MR et al. Efficacy of feeding a diet containing a high concentration of mixed fiber sources for management of acute large bowel diarrhea in dogs in shelters. J Vet Intern Med, 2022. PMID 35174561
- Dogan B et al. Molecular and phenotypic characterization of Escherichia coli associated with granulomatous colitis of Boxer dogs. Antibiotics, 2020. PMID 32854367
- Adamama-Moraitou KK et al. Asymptomatic colitis in naturally infected dogs with Leishmania infantum: a prospective study. Am J Trop Med Hyg, 2007. PMID 17255229
- Casanova MI et al. Detection of Leishmania spp. infection by immunohistochemistry in archived biopsy samples from dogs with colitis in an area endemic for leishmaniosis. J Comp Pathol, 2019. PMID 30898292
- Schallig HD, Cardoso L, Semião-Santos SJ. Seroepidemiology of canine leishmaniosis in Évora (southern Portugal): 20-year trends. Parasites & Vectors, 2013, PMID 23587181. PMC
- Regulamento (UE) 2019/6, relativo aos medicamentos veterinários. EUR-Lex
- Regulamento (CE) n.º 767/2009, relativo à colocação no mercado e à utilização de alimentos para animais. EUR-Lex
- DGAV, Medicamentos veterinários. dgav.pt
- DGAV, Zoonoses (doenças transmissíveis ao Homem). dgav.pt
- ESCCAP, Conselho Científico Europeu sobre Parasitas dos Animais de Companhia. esccap.org
Para uma visão mais ampla sobre como escolher um produto, comece pelo nosso guia dos melhores probióticos para cães ou explore toda a gama da Pure Majesty Pets.
Aviso veterinário: este artigo destina-se a informação geral e não substitui o aconselhamento, o diagnóstico nem o tratamento do seu médico veterinário. Os suplementos podem apoiar a saúde digestiva, mas não se destinam a diagnosticar nem a tratar doenças. Fale sempre com o seu médico veterinário antes de iniciar um suplemento, sobretudo se o seu cão estiver doente, gestante ou a tomar medicação.